18/07/2011

Rumo à harmonia, a via mais direta é a neutralidade

A sabedoria reveladora da lei de causa e efeito


A lei de causa e efeito, ou lei do carma, pode ser sintetizada na conhecida frase "O homem colhe o que semeia". Segundo essa lei, ações, sentimentos e pensamentos produzem efeitos que retornam a curto, médio ou longo prazo a quem os gerou. Assim, o que é vivido hoje determina o futuro.

A lei do carma foi das primeiras apresentadas à humanidade. Podemos ver seus primeiros aspectos na Bíblia, quando Moisés afirma: "Olho por olho e dente por dente", e um dos mais avançados no clássico "Bhagavad-Gîta", epopeia escrita nos primórdios da Índia, cujo personagem, o príncipe Arjuna, descobre a liberdade que advém de agir sem apego aos frutos da ação.

Quem busca o caminho espiritual se dispõe a manifestar o bem, a verdade e a beleza no próprio ser e no universo. Contudo, a mais elevada expressão da harmonia intrínseca à vida requer plena liberdade, a soltura de dos laços que ligam a consciência à matéria. Para isso, é necessário mais que boas ações equilibradoras de atos negativos: é preciso neutralidade ao agir.

Caminha-se para a verdadeira libertação não só praticando o bem e assim semeando futuro promissor, pois isso produz laços positivos. A libertação vem do desapego por tudo o que se faz, sente ou pensa. Embora essa condição marque adiantada etapa evolutiva, há quem se esforce para alcançá-la, apesar de o mundo em geral instigar envolvimento emocional e mental com o que se passa dentro e fora das pessoas.

Observa-se que a lei do carma visa ao contínuo progresso rumo à harmonia, sobretudo por meio do serviço ao bem universal, desinteressado de resultados. Para atingir tal meta, a via mais direta é a neutralidade.

Quando a pessoa já não tem apego a nenhum ato, positivo ou negativo, pode transcender as ligações com os fatos e, portanto, com a lei do carma. A recomendação de "estar no mundo sem ser do mundo", feita por Jesus, sintetiza a almejada situação.

A aranha cria seu universo sem se atar a ele, tece a teia sem nela se enredar. Mas o homem, ao construir sua vida sobre a Terra, comumente mistura-se nela, apega-se ao que faz e cria. É como se estivesse preso num aposento e uma pequenina vela fosse toda a luz de que dispusesse. Vê de modo difuso e faz muitas experiências em sua tão querida prisão. Tece sua teia com pensamentos, sonhos, desejos e objetivos pessoais. Assim constrói a própria vida, mesmo sem conseguir ver o verdadeiro desenho desde sempre planejado para ela. Fica emaranhado nos fios.

Mas, em dado momento, o tecelão ouve dentro de si a ordem de destruir a amada teia. É quando começa a treinar o desapego, a desatar laços antigos e a evitar ligações supérfluas. Ingressa por fim no caminho de retorno aos mundos de onde partiu como pura consciência.

A lei do carma toma quase sempre caráter negativo porque o ser humano, valendo-se do livre arbítrio, costuma fazer escolhas nas quais considera em especial as próprias necessidades e desejos individuais. Em raros casos tem em vista a necessidade geral ou algum aspecto do plano evolutivo. Devido a isso, cria mais débitos que créditos cármicos e pouco equilibra o estado de desarmonia, pois não é neutro a ponto de abandonar a formação de vínculos.

Enquanto tenta às cegas construir sua existência terrena, a lei do carma o acompanha como mestre de infinita sabedoria; enquanto devasta áreas do planeta em proveito próprio e inconscientemente se lança ao prazer e ao deleite, a dor e o sofrimento - agentes da lei do carma - são os meios mais adequados para seu ensinamento.

Trigueirinho

O caminho da verdade é o mesmo caminho da busca da Deus?

Se Deus é onipresente, todos os caminhos levam a Ele. Nesse sentido, o importante não é seguir um ou outro caminho, mas sim como fazemos o caminho que elegemos, onde queremos chegar.


A vida nos leva a Deus, pois Deus está em toda parte.

Não há um caminho especial para isso. Tudo depende da sinceridade com que trilhamos. Uma pessoa nos enviou um escrito de Paul Brunton que diz o seguinte: “Quando o sol se erguia, Jesus orava par que sua mente fosse preenchida pela luz espiritual, e quando o Sol se punha, Jesus orava para que sua mente se recolhesse em suas próprias profundezas, concentrando-se na Verdade”.

Essa pessoa tem feito esse exercício e tem se transformado muito desde que iniciou. Como vemos, cada um encontra a sua forma de se aproximar da verdade.

A entrega leva-nos a deixar tudo o que estamos fazendo?

A entrega não exclui que prossigamos cumprindo nossas tarefas e, antes, nos leva a trabalhar melhor com o que nos cabe. Portanto, não nos conduz à inatividade. Quando realmente entregues, percebemos com mais clareza nossa tarefa e o nosso caminho, e assim aperfeiçoamos o nosso modo de ser e de agir.

Neste estado de receptividade, vamos sendo conduzidos ao que realmente nos cabe e não as atividades supérfluas ou imaginaria que o ego nos apresenta.

Dizem que o desenvolvimento da mente concreta paralisa e sufoca o desenvolvimento do corpo emotivo e do coração. Devemos então deixar de nutri-la?

Quando cuidamos apenas da mente e não prestamos atenção ao coração nem elevamos o sentimento, estes podem ficar sufocados por ela. Mas não é isso que nos é pedido. É necessário o desenvolvimento tanto da mente quanto do coração e do sentimento.

No caminho ascensional, nenhum núcleo do ser deve ficar esquecido. Desse modo evolui-se de maneira integrada. Se esses vários aspectos são trabalhados simultaneamente, o ser interior vai controlando o grau de importância de cada um a cada momento.

Centro localizado acima da cabeça mencionado aqui é o centro supraluminar apresentando em alguns dos seus livros?

Falamos genericamente de um centro acima da cabeça. Não citamos nomes, porque não é o caso de enfocarmos em um centro especifico. Basta cultivarmos a aspiração ao alto, e aquele centro nosso acima da cabeça que estiver sensível a esse apelo, a essa invocação, responderá. Esses centros fora do corpo correspondem a diferentes níveis de contato que podemos estabelecer com o infinito.

Uma pessoa doente pode ser curador? Caso possa, porque não cura ma si mesma?
Curar nós mesmo significa, em primeiro lugar, permitir que se realize em nós a cura profunda. É a nossa ligação com os mundos internos que necessita ser restaurada, e isso significa cura interior.
Quem estabelece essa ligação interna torna-se um curador, estimula os demais a também fazerem essa ligação. Se uma pessoa enferma pode ou não ser um curador dependerá de vários fatores. Se sua doença é física, resultado do carma do corpo físico, ela pode trabalhar em cura interior, desde que já a tenha vivido.


Trigueirinho

Flores do Caminho

Nicolas Roerich, célebre pintor russo (1874 - 1947), teve um instrutor de pintura que o orientava também para uma compreensão profunda do universo. Certa vez esse instrutor lhe disse que, quando a vida colocasse uma flor em seu caminho, não deveria poupar nenhum esforço para auxiliar seu pleno desabrochar; do mesmo modo, quando a vida colocasse em seu caminho um ser, nenhum esforço deveria deixar de fazer para auxiliar a manifestação da luz interior daquele ser.


A essa inspiradora instrução é preciso unir a busca da percepção além do que é aparente. Há em geral três tipos de visão: a dos que se limitam às aparências, a dos que sabem ou intuem sobre uma realidade maior que transcende as aparências e a dos que conhecem essa realidade e se pautam por ela.


O serviço evolutivo requer esforço no sentido de conhecer cada vez mais profundamente a existência e os seres. Ao tentar ver além das aparências descobre-se que o Eu Interior de muitos começa a esculpir-lhes na consciência e nos atos seus padrões de luz. Esses padrões precisam encontrar campo propício, confiança e alimento para transformar a conduta do ser, transformar sua vida, e essa transformação sempre se reflete no meio onde ele vive. Dessa maneira, mudanças em âmbitos mais amplos se realizam.

Os que aspiram a colaborar com essas transformações procurem ver em todos a possibilidade de renascimento, de superação de aspectos desarmoniosos, de elevação. Evitem emitir julgamentos, críticas ou comentários sobre os demais. Assim, com essa simples proposta, dão importante contribuição para que flores cubram de beleza e alegria os caminhos.

Prosseguir sem Medo


O medo está profundamente arraigado na consciência do homem. Encontra-se sedimentado nas próprias células que compõem o seu corpo físico, pelo conhecimento que elas têm da existência de uma vida imortal da qual não participam integralmente, já que os planos materiais estão sujeitos à decomposição, à desintegração e à ilusória morte.


A cada instante ocupamos uma posição na roda da vida: ora em cima, ora embaixo, ora aqui, ora ali; recebemos elogios e críticas, atuamos de formas certas e erradas, somos vistos de vários modos e temos as mais variadas perspectivas. Mas com o tempo acabamos aprendendo, de tanto viver situações diversificadas, a estar neutros diante de qualquer circunstância e a nos respaldar em uma realidade mais profunda.


Assim, permanecendo nesse ponto de neutralidade, chegamos a descobrir como viver sem medo algum. Podemos então compreender a pressão que se ocultava atrás desse sentimento: ela nos move a uma maior responsabilidade e atenção para com as leis dos vários níveis da existência.

Nos momentos em que o medo nos invade, vale imensamente uma mudança total de atitude e uma coligação firme com a Luz. À medida que cultivamos a aspiração a uma existência mais abrangente que não se deixa tocar pelos acontecimentos, à medida que reconhecemos em nosso interior um elo indestrutível com a Hierarquia, e à medida que nos vemos ser conduzidos ao destino para nós traçado desde o início dos tempos, nada de externo tem poder suficiente para nos abalar. Instala-se em nós um estado de total aceitação de tudo o que nos é dado viver, somos ajudados a nos liberar dos apegos que nos aprisionam e entramos na grande liberdade de ser o que somos em união com a fonte que nos alenta.



Texto de Trigueirinho extraído do jornal O Povo

A PAZ QUE EXCEDE TODA A INTELIGÊNCIA

Existem muitos relatos de pessoas que vivenciaram essa nova dimensão emergente da consciência como resultado de uma perda trágica em determinado momento de sua vida.


Há quem tenha perdido todos os bens, os filhos ou o cônjuge, a posição social, a reputação ou a capacidades físicas. Em certos casos, em decorrência de desastres ou guerras, tudo isso se foi ao mesmo tempo e esses indivíduos se viram com “nada”. Podemos chamar um quadro como esse de situação-limite. Não importa com que elementos essas pessoas estavam identificadas, o que lhes dava a percepção do ser, isso se acabou. Então, de repente e inexplicavelmente, a angústia e o medo intenso que elas sentiam desapareceram, dando lugar ia sensação sagrada da presença, uma paz e uma serenidade profunda e uma completa libertação do medo.
Esse fenômeno deve ter sido familiar a São Paulo, que usou a expressão “a paz de Deus excede toda a inteligência”. Na verdade, é uma paz que não parece fazer sentido, e quem já passou por essa experiência se pergunta: diante disso, como é possível que eu sinta tanta paz?
Depois que compreendemos o que é o ego e como ele funciona, a resposta é simples. Quando as formas com as quais nos identificamos, que nos dão a presença do eu desmoronam ou são removidas, o ego entra em colapso, uma vez que ele é a identificação com a forma. No momento em que não há mais nada com que possamos nos identificar, quem somos nós? Assim que as formas ao nosso redor morrem ou quando a morte se aproxima, nossa percepção da Existência, do “eu sou”, fica livre das ligações com a forma: o espírito é liberado da sua prisão na matéria.
Passamos a compreender nossa identidade essencial como informe, como uma presença onipresente do Ser antes de todas as formas, de todas as identificações. Entendemos nossa verdadeira identidade como a consciência propriamente dita em vez de algo ao qual a consciência se vinculara. Essa é a paz de Deus. A verdade suprema de quem nós somos não é “eu sou isso ou eu sou aquilo”, mas “eu sou”.
Nem todo mundo que vivencia uma grande perda passa por esse despertar, isto é, pelo processo de se desassociar da forma. Algumas pessoas criam de imediato uma forte imagem mental ou uma forma de pensamento em que se vêem como vitimas – das circunstâncias, de alguém, de um destino injusto ou de Deus. Assim, vinculam-se com intensidade a essa forma de pensamento e às emoções que ela origina, como raiva, ressentimento e auto-piedade, que assumem de modo instantâneo o lugar de todas as outras identificações que entraram em colapso por causa da perda.
Em outras palavras, o ego logo encontra uma nova forma. E o fato de que ela seja algo profundamente infeliz não o preocupa muito, desde que ele tenha uma nova identidade, boa ou má. Na verdade, esse novo ego será mais retraído, mais rígido e impenetrável do que o antigo.
Quando a perda trágica ocorre, nós ou resistimos a ela ou nos resignamos. Há pessoas que se tornam amargas ou muito ressentidas, enquanto outras se mostram mais solitárias, sábias e afetuosas. A resignação significa a aceitação interior do que aconteceu. Ficamos abertos à vida. A resistência é uma contração interior, um endurecimento da concha do ego. Permanecemos fechados. Seja qual for a ação que adotemos num estado de resistência interior (que podemos também chamar de negativismo), ela criará mais resistência externa, e o universo não estará do nosso lado. A vida não nos beneficiará. Se as persianas estiverem fechadas, o sol não conseguirá entrar.
Quando nos submetemos internamente, ou seja, no momento em que nos entregamos, uma nova dimensão da consciência se abre. Caso uma ação seja possível ou necessária, essa atitude será alinhada com o todo e apoiada pela inteligência criativa, a consciência incondicional com a qual nos unificamos num estado de receptividade interior. As circunstâncias e as pessoas então se tornam favoráveis, cooperativas. Coincidências acontecem. Se nenhuma ação for possível, repousaremos na paz e no silêncio interior que acompanham a resignação. Descansaremos em DEUS.

Retirado do livro – O DESPERTAR DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA - Eckhart Tolle - Editora Sextante

A graça e o ego

Duas coisas são exigidas de um homem antes que a Graça se manifeste nele.

Um é a capacidade de recebê-la; a outra é a cooperação com ela. Para a primeira terá de tornar o ego humilde; para a segunda terá de purificá-lo.
O verdadeiro obstáculo à entrada da graça é simplesmente a preocupação dos pensamentos do individuo com ele próprio, pois, dessa forma, o eu superior tem de deixá-lo a seus cuidados.
Parece que a graça nos visita em momentos que ela própria escolhe. Esta é a verdade, mas não a única, pois o estudo, a prática de exercícios, o treinamento, a autodisciplina, a oração, a aspiração e a meditação também constituem um esforço integral que deve finalmente atrair a graça como recompensa.

Paul Brunton

Ibez e o Roncador

“O primeiro posto avançado para a Fraternidade de Shamballa foi o templo original de IBEZ, situado no centro da América do Sul, e um de seus ramos, em um período muito posterior, se encontrava nas antigas instituições maias e na adoração do sol, como fonte de vida nos corações de todos os homens.

Uma segunda rama se estabeleceu posteriormente, na Ásia, e desta rama os adeptos do Himalaia e do sul da Índia são os representantes, ainda que o trabalho tenha sido transferido materialmente. No futuro far-se-ão descobertas que revelarão a realidade do antigo modelo de trabalho hierárquico; antigos arquivos e monumentos serão revelados, alguns sobre a Terra e muitos em abrigos subterrâneos.À medida que se exploram os mistérios da Ásia Central, nas terras que se estendem desde a Caldéia, a Babilônia, através do Turquestão até a Manchúria, incluindo o deserto de Gobi, espera-se revelar grande parte da história primitiva dos trabalhadores de IBEZ.
Podemos observar que a palavra IBEZ é literalmente uma espécie de sigla que vela o verdadeiro nome do Logos Planetário da Terra, do qual, um dos princípios está se manifestando em Sanat Kumara, convertendo assim em uma encarnação direta do Logos Planetário e em uma expressão de sua Divina Consciência. Estas quatro letras são as iniciais dos verdadeiros nomes dos quatro Avatares dos quatro globos de nossa cadeia terrestre, onde encarnaram quatro dos princípios divinos.
As letras IBEZ não são as verdadeiras letras em idioma sensar, se é possível usar expressão tão inexata de um idioma ideográfico, pois que é simplesmente uma deformação europeizada”.

Alice Bailey: Um tratado sobre Magia Branca

06/07/2011

Os Chakras

Bandidos roubam cachorro em assalto a casa na Grande SP

CAROLINA LEAL


DE SÃO PAULO

Desde que seu cachorro maltês de três anos foi levado por ladrões durante um assalto em Santo André (Grande SP), há um mês, a veterinária Denise Prado diz que sua vida "virou de ponta cabeça".


Ela já espalhou fotos do cachorro Dudu pela cidade inteira, mandou e-mails para mais de 500 clínicas e pet shops, deu depoimento na televisão e criou páginas para divulgar a sua busca nas redes sociais --e desde então recebeu inúmeros trotes e tentativas de extorsão. O marido também está abatido, e a preocupação com o paradeiro do cachorro já a fez perder 5 kg: "A comida não desce".

A busca começou naquele dia, com a ajuda de amigos, percorrendo a cidade de carro e a pé por mais de três horas. Enquanto isso, outros colegas preparavam cartazes e panfletos com a foto do cachorro, e familiares aguardavam a chegada da polícia.




O investigador responsável pelo caso, do 2º Distrito Policial da cidade, disse que a polícia já tem alguns suspeitos e que as testemunhas devem ser chamadas ainda essa semana para um reconhecimento fotográfico.



Uma preocupação, conta Denise, é que Dudu come ração especial e tem uma alergia que é agravada caso ele coma frango ou fique exposto muito tempo ao pó e à grama. "Minha esperança é que, até pelo problema de saúde, algum veterinário em algum momento vai ter que atender esse cachorro."
Denise e os familiares acreditam que o cachorro possa ter sido vendido ou dado de presente a alguém, já que o roubo foi uma semana antes do dia dos namorados.
Para tranquilizar quem estiver com Dudu, ela afirma que paga uma recompensa (de valor não divulgado) e compra outro filhote para a pessoa. E garante que não está atrás de culpados pelo assalto -- "só quero meu cachorro de volta".
Com tanta exposição, Denise já recebeu ameaças e ligações de pessoas que diziam estar com Dudu. "Muita gente me ligou dizendo que está com o cachorro, que vai matar o cachorro se eu não depositar o dinheiro. Só que nenhuma delas me deu nenhuma prova de que estava com o Dudu."
 A pesar dos problemas, ela acredita que a divulgação pode ajudar a fazer com que o cachorro volte para casa. "Espero do fundo do meu coração que ele apareça. Preciso que minha vida volte ao normal", diz Denise.

A busca começou naquele dia, com a ajuda de amigos, percorrendo a cidade de carro e a pé por mais de três horas. Enquanto isso, outros colegas preparavam cartazes e panfletos com a foto do cachorro, e familiares aguardavam a chegada da polícia.

O investigador responsável pelo caso, do 2º Distrito Policial da cidade, disse que a polícia já tem alguns suspeitos e que as testemunhas devem ser chamadas ainda essa semana para um reconhecimento fotográfico.

Uma preocupação, conta Denise, é que Dudu come ração especial e tem uma alergia que é agravada caso ele coma frango ou fique exposto muito tempo ao pó e à grama. "Minha esperança é que, até pelo problema de saúde, algum veterinário em algum momento vai ter que atender esse cachorro."

Denise e os familiares acreditam que o cachorro possa ter sido vendido ou dado de presente a alguém, já que o roubo foi uma semana antes do dia dos namorados.

Para tranquilizar quem estiver com Dudu, ela afirma que paga uma recompensa (de valor não divulgado) e compra outro filhote para a pessoa. E garante que não está atrás de culpados pelo assalto -- "só quero meu cachorro de volta".
Com tanta exposição, Denise já recebeu ameaças e ligações de pessoas que diziam estar com Dudu. "Muita gente me ligou dizendo que está com o cachorro, que vai matar o cachorro se eu não depositar o dinheiro. Só que nenhuma delas me deu nenhuma prova de que estava com o Dudu."

Apesar dos problemas, ela acredita que a divulgação pode ajudar a fazer com que o cachorro volte para casa. "Espero do fundo do meu coração que ele apareça. Preciso que minha vida volte ao normal", diz Denise.
A confusão começou no dia 2 de junho, quando ao menos dois homens invadiram a casa de Denise e roubaram televisão, notebook, filmadora, roupas e outros objetos pessoais --além de Dudu, o cachorro da família.
A veterinária foi para casa almoçar no momento do assalto e chegou a ver os bandidos entrarem no carro e fugirem, sem imaginar que Dudu estaria junto. Ela conta que correu para dentro de casa, com medo de que os ladrões tivessem agredido o cachorro, e não o encontrou. Então percebeu que a cama e os brinquedos de Dudu também tinham sumido.

A busca começou naquele dia, com a ajuda de amigos, percorrendo a cidade de carro e a pé por mais de três horas. Enquanto isso, outros colegas preparavam cartazes e panfletos com a foto do cachorro, e familiares aguardavam a chegada da polícia.


O investigador responsável pelo caso, do 2º Distrito Policial da cidade, disse que a polícia já tem alguns suspeitos e que as testemunhas devem ser chamadas ainda essa semana para um reconhecimento fotográfico.

Uma preocupação, conta Denise, é que Dudu come ração especial e tem uma alergia que é agravada caso ele coma frango ou fique exposto muito tempo ao pó e à grama. "Minha esperança é que, até pelo problema de saúde, algum veterinário em algum momento vai ter que atender esse cachorro."

Denise e os familiares acreditam que o cachorro possa ter sido vendido ou dado de presente a alguém, já que o roubo foi uma semana antes do dia dos namorados.
Para tranquilizar quem estiver com Dudu, ela afirma que paga uma recompensa (de valor não divulgado) e compra outro filhote para a pessoa. E garante que não está atrás de culpados pelo assalto -- "só quero meu cachorro de volta".

Com tanta exposição, Denise já recebeu ameaças e ligações de pessoas que diziam estar com Dudu. "Muita gente me ligou dizendo que está com o cachorro, que vai matar o cachorro se eu não depositar o dinheiro. Só que nenhuma delas me deu nenhuma prova de que estava com o Dudu."

Apesar dos problemas, ela acredita que a divulgação pode ajudar a fazer com que o cachorro volte para casa. "Espero do fundo do meu coração que ele apareça. Preciso que minha vida volte ao normal", diz Denise.

04/07/2011

Eterna Saudade

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Oi Minha Florzinha!
Daqui algumas horas vai fazer 1 ano que você partiu...
Nossa...já passou tudo isso?
Parece que foi ontem que cheguei em casa e vi você ainda filhote dentro de uma caixinha de sapato vermelha...rs
Parece mentira que você se foi...as vezes penso que tudo isso não passa de um pesadelo e que quando eu acordar, você vai estar ao meu lado.
Eu não poderia de deixar de vir aqui hoje para escrever pra você...
Sinto muita saudade, não tem um dia que eu não lembre de você...
E acredito que um dia vou encontrar você novamente, você e todos os animaizinhos que já tive em minha vida!
As vezes ainda sinto a sua presença e é tão bom...mesmo que seje por pouco tempo...
Minha Poodle Bola, Minha Poodle Pipoca...
É tão triste lembrar daquela manhã...tão fria...tão vazia sem você...
Sempre vou lembrar de você, sempre vou tê-la em meu coração...
Saudades Eternas...Minha Florzinha...

Um beijo em seu coração!



 

Castração: um gesto de amor

Castrar seu animal é um ato para melhorar a qualidade de vida dele. Mais do que isso, a cirurgia é uma forma de fazer sua parte na grave questão do abandono de cães e gatos no Brasil


Por Ive Andrade

    Ao adotar um cachorro ou um gato, os cuidados com o novo membro da família são muito mais complexos do que apenas alimentá-lo e manter sua higiene. Segundo a veterinária Janaína Reis, do Centro Veterinário Center Vet, a castração deve ser considerada um gesto necessário para evitar o grave problema do abandono. "Tanto cães quanto gatos estão liberados para o procedimento a partir do três meses de idade."


A castração é ainda rodeada de muitos preconceitos - alguns dizem que é um processo cruel com o animal e que os riscos operatórios são graves. Na realidade, a cirurgia é simples e traz diversas vantagens para a vida do cão ou do gato. "Para cadelas e gatas, a castração evita o tumor de mama e, em fêmeas mais velhas, previne a infecção do útero, tumores e cistos nos ovários", explica Janaína.

Ela esclarece ainda que, antes da operação, são feitos exames que definem o estado de saúde do animal. "O único fator que poderia atrapalhar a cirurgia seria algum histórico de problemas cardíacos, no caso de animais mais velhos. Por isso, apesar de não existir um limite de idade, sabemos que, quanto mais jovem ele for, melhor, pois diminui os riscos cirúrgicos."
Ao adotar um cachorro ou um gato, os cuidados com o novo membro da família são muito mais complexos do que apenas alimentá-lo e manter sua higiene. Segundo a veterinária Janaína Reis, do Centro Veterinário Center Vet, a castração deve ser considerada um gesto necessário para evitar o grave problema do abandono. "Tanto cães quanto gatos estão liberados para o procedimento a partir do três meses de idade."

A castração é ainda rodeada de muitos preconceitos - alguns dizem que é um processo cruel com o animal e que os riscos operatórios são graves. Na realidade, a cirurgia é simples e traz diversas vantagens para a vida do cão ou do gato. "Para cadelas e gatas, a castração evita o tumor de mama e, em fêmeas mais velhas, previne a infecção do útero, tumores e cistos nos ovários", explica Janaína.
Ela esclarece ainda que, antes da operação, são feitos exames que definem o estado de saúde do animal. "O único fator que poderia atrapalhar a cirurgia seria algum histórico de problemas cardíacos, no caso de animais mais velhos. Por isso, apesar de não existir um limite de idade, sabemos que, quanto mais jovem ele for, melhor, pois diminui os riscos cirúrgicos."

Depois da castração é essencial, no momento de dar a medicação, manter o curativo
dos pontos e o colar protetor - para que o animal não consiga passar o focinho na ferida.
O período pós-operatório costuma durar entre sete e dez dias

Mais qualidade de vida

Quanto ao mito de que a castração acaba com a virilidade e afeta negativamente a personalidade do animal, a veterinária explica que esse não é o caso. "As mudanças que podem ocorrer são benéficas e não afetam a personalidade do animal como um todo." O mais comum é que animais mais agressivos fiquem mais dóceis, os mais agitados fiquem mais pacíficos, e assim por diante. "A mudança é bem sutil. A castração vem para melhorar a vida dos animais com seus proprietários e com sua saúde", conclui Janaína.

A cirurgia de castração é definitiva?


A castração é um procedimento definitivo, que não possui contraindicações. Por meio dela, o dono do animal evita crias indesejadas e previne o abandono de filhotes. Ainda que muitos estejam convictos de que não vão abandonar as crias, não há casas disponíveis para todos os animais. Milhares deles são jogados nas ruas a cada ano e a maioria morre antes mesmo de completar um ano. Mais do que isso, castrar o animal garante uma série de benefícios para ele e para seu dono - diminuindo inclusive as chances de fuga de cães e gatos.

5 dicas para cuidar melhor do pet


Assim como a castração, outros cuidados são fundamentais antes mesmo de levar seu animal para casa. Confira abaixo dicas sobre como agir com o novo integrante da família.

1. Animais geram custos adicionais no orçamento familiar. Certifique-se de que pode arcar com as despesas e se planeje para a chegada dele.

2. Prefira a adoção: milhões de animais abandonados estão à espera de um lar. Apesar de não existirem números oficiais - por serem dados que mudam constantemente -, a questão do abandono é grave no Brasil, principalmente em grandes centros urbanos como São Paulo.

3. Respeite as características e necessidades particulares de cada espécie ou raça (tamanho, espaço físico necessário etc.)

4. Jamais acorrente ou deixe o animal preso em gaiolas. É um ato de crueldade deixá-lo sem a possibilidade de se movimentar.

5. Os cães necessitam de passeios periódicos, nos quais eles devem estar devidamente equipados com guia e coleira.

03/07/2011

Frequency 417Hz

Hoje

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Fim de Semana

Bom fim de semana

Pequena Grande Diferença

Reflexões de Oriza Martins

Amigos

Os Amigos...

Paixão

Para as mulheres...

Um Dia de Chuva



Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol.

Ambos existem; cada um como é.



Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos"

Heterónimo de Fernando Pessoa

02/07/2011

Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram

Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven.


O "pam-pam-pam-pam" que abre uma das mais famosas composições da História.

Descobriu-se, agora, que ela seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, a meia hora da obra. Uma em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo -ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.

Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia procura agora esta resposta, dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.

- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.

Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.


Fonte: O Globo - Renato Grandelle

FIBROMIALGIA – DOENÇA DA MIGRAÇÃO DA DOR

A fibromialgia, doença identificada apenas nas últimas décadas, caracteriza-se por dor crônica que migra pelo corpo e manifesta-se predominantemente em um de seus lados, embora o outro também seja sensível.


São nove os pontos fundamentais de cada lado, portanto dezoito no total, em que a dor pode instalar-se.

Por que as mulheres representam 90% das atingidas pela doença?

São várias as razões. O sistema nervoso das mulheres produz menos serotonina e por isso elas também estão mais propensas à depressão. Além disso, por questões hormonais, durante a tensão pré-menstrual, tudo fica mais sensível na mulher. Outro fator repousa na dupla jornada de trabalho feminina.
Hoje, as mulheres trabalham fora e são responsáveis pela execução de tarefas dentro de casa. Sobrecarregadas, pouco tempo lhes sobra para o repouso, o que facilita a incidência maior de dor pelo corpo. Cefaléia e dor nas costas, assim como as manifestações psicossomáticas, também são mais comuns entre as mulheres. Todos esses fatores somados justificam a maior incidência de fibromialgia entre elas.
Dores diárias, constantes, acompanhadas de cansaço, mau funcionamento do intestino, sono irregular, podem ter repercussões psicológicas sérias.
A psicoterapia pode ser uma ajuda para a pessoa entender e reduzir os fatores desencadeantes da dor. Se o paciente compreender a causa da doença e desenvolver hábitos e comportamentos adequados, saberá lidar melhor com os episódios dolorosos.
A Clínica Psicosaúde, em Atibaia, além de oferecer trabalho em psicoterapia, rolfing, tem agora uma acupunturista. A acupuntura tem dado ótimos resultados na fibromialgia e não possui efeitos colaterais.
Nestes casos usamos também a auriculoterapia associada à tradicional acupuntura sistêmica. Na maioria dos casos, a fibromialgia vem associada a problemas emocionais, existenciais, de convivência, ansiedade, depressão, estresse, insatisfação com a própria silhueta. O uso de certos medicamentos pode agravar mais este estado. Muitas vezes, o paciente está com a fibromialgia por causa de alguma infecção, começa a tomar medicamentos que podem aumentar o apetite, começa a engordar, vem a insatisfação com o próprio peso, fica vulnerável a depressão: o quadro vai se agravando.
Resumindo, em medicina cada caso é um caso e todos os pacientes devem ser tratados com atenção, respeito e seriedade.
Pesquisas sérias e comprovadas pelo mundo, mostram claramente os resultados positivos nos tratamentos com Acupuntura nessa patologia. Na experiência com Acupuntura e Medicina Tradicional Chinesa, os tratamentos dão ótimos resultados se o paciente estiver disposto a um tratamento prolongado e persistente.
No caso de tratamento pela Medicina Tradicional Chinesa, é importante observar a função do acupunturista e terapeuta de ajudar no reequilíbrio energético do paciente, na harmonização mental e espiritual e, logicamente, no alívio da dor. O foco do terapeuta em Medicina Tradicional Chinesa é o conforto de seu paciente, principalmente em casos de dores fortes, como na Fibromialgia.
Outro tratamento eficaz é a Terapia Craniossacral, que pode ajudar a criar condições ótimas de saúde, encorajando a vitalidade e bem estar geral, regulando o funcionamento do sistema nervoso.
A Terapia Craniossacral promove um profundo relaxamento e um estado de quietude onde a experiência da meditação pode ser reconhecida. É indicada como terapia preventiva por aumentar a resistência do Sistema Imunológico e a capacidade de autocura natural do corpo.

Léa Bar-Nissim
Acupunturista e Terapeuta Craniossacral
Al. Bragança, 149 – Jd. do Lago – Atibaia – SP