
30/03/2009
Sonhos

A interpretação dos sonhos causa intriga e, normalmente, ativa a curiosidade de quem tem o privilégio de se lembrar das histórias que vivencia enquanto dorme. Olhar para essas aventuras com um espírito mais atento, entretanto, é uma alternativa bastante indicada para quem busca o autoconhecimento. A psicóloga Madalena Rehder, do Núcleo de Especialização em Psicodrama e Sociodrama de Santo André e região, explica a seguir como você faz para recordar, com detalhes, cada lance dos seus sonhos e usar estas revelações a favor do seu crescimento pessoal.Todas as pessoas sonham? Sim, todas as pessoas sonham, o sonho é uma condensação do que vivenciamos no dia-a-dia. Ao dormir, essas imagens são liberadas ou projetadas, reativando memórias que foram registradas pela consciência. Recordar os sonhos e conversar sobre eles é uma ferramenta de autoconhecimento. Esta reação do organismo tem alguma função ligada à organização das idéias? Sim. O sonho apresenta questões mais intimas, ligadas ao inconsciente. Ao recordar ou mesmo conversar sobre o sonho, isso permite refletir e modificar algumas formas de pensamento. Sem censura, é possível entrar em contato direto com nossas emoções. É verdade que algumas pessoas só sonham em preto e branco?O preto e o branco fazem parte das cores neutras, que podem ganhar cor a qualquer momento. As belezas dos conteúdos oníricos também se encontram nestes sonhos. A área do cérebro envolvida com a capacidade de sonhar é responsável por que outras atividades? É a mesma área da atenção, da memória e da regulação dos estados emocionais. Dias muito agitados dificultam a capacidade de sonhar? Muitas vezes, o sonho reflete essa agitação. Sonhar acalma e ao mesmo tempo pode deixar as pessoas tensas e ansiosas, depende muito do conteúdo onírico, que é rico. No momento do tratar as cenas e desvendar como já referi as imagens inconscientes, ele proporciona aprendizagem e melhora os estados de percepção e de atenção pessoal. As vivências das cenas reproduzidas ao relatar o sonho permitem entender melhor o que está acontecendo com você, oferecendo soluções espontâneas e criativas para resolver os problemas. Quem sonha muito apresenta alguma vantagem (de memória, de raciocínio...) em relação a quem não sonha? Sim, quem sonha torna-se mais consciente de seus atos, desde que aproveite os sonhos como uma ferramenta de autoconhecimento. Por que algumas pessoas têm tanta dificuldade de se lembrar do que sonharam? São muitos os aspectos que interferem neste caso, desde stress até falta de treino para relatar ou lembrar o sonho. Muitas pessoas também sofrem com a falta de tempo para olhar para si mesmo ou resistem a encarar algumas verdades reveladas pelos sonhos. Por que, às vezes, o sonho não deixa vestígios quando acordamos. Mas, durante o dia, alguns flashes surgem? Porque algumas cenas são similares às que estão gravadas em nossa mente, e os nossos sonhos podem mostrar traços recorrentes de muitas de nossas atitudes.
Florais de Bach

Lidar com as emoções sem ser sabotado por elas é um dos grandes desafios enfrentado por quem deseja viver com plenitude e em tranqüilidade. Mas isso, raramente, é tarefa fácil. A dificuldade em dizer não, a falta de tempo para se dedicar às pessoas e aos sentimentos acabam trazendo muitas frustrações. E, quando se dá conta, você está fazendo exatamente o contrário daquilo que teria vontade. (insatisfação emocional pode levar à gastrite)Bastante conhecidos na Europa e cada vez mais populares no Brasil, os Florais de Bach oferecem o equilíbrio tão sonhado por muita gente. Eles foram criados a partir de elementos retirados de 38 essências de plantas e flores, pesquisadas pelo médico inglês Edward Bach na década de 1930.
Os florais originais do Dr. Bach não tratam doença alguma, mas a pessoa e suas emoções , afirma a educadora Maria Aparecida das Neves que, desde 1989, realiza consultas e tratamentos especializados e obteve formação na Fundação Edward Bach, na Inglaterra.
A ajuda de um terapeuta aumenta bastante as chances de eficácia do tratamento. Mas, se quiser, você pode experimentar umas gotinhas pro conta própria. Não há contra-indicações. O máximo que pode haver é o floral não surtir efeito, caso a indicação esteja inadequada , afirma Maria Aparecida. (acupuntura sem agulhas)A chave para receitar o Floral de Bach é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito descrito. Segundo a especialista, esse é o passo mais importante para equilibrar as emoções. São muitos os relatos de pacientes que, ao tomarem floral, conseguiram controlar seus sentimentos e passaram a aproveitar melhor a vida , diz.Os fluidos dividem-se em sete grupos, de acordo com os tipos de personalidade (medo, incerteza, solidão e desespero, entre outros). Para cada estado de ânimo, o médico associou uma planta e criou uma essência floral para tratá-los. São 38 flores, mais o Rescue Remedy, que é uma combinação de cinco essências. Os florais apresentam-se em frascos de 10ml ou 20ml, cobrindo mais de 3 bilhões de estados mentais ao combinas as 38 flores entre si. Num mesmo frasco, pode-se combinar até seis essências diferentes , afirma Maria Aparecida. (aproveite os benefícios da homeopatia)
A indicação é tomar, no mínimo, quatro gotas e quatro vezes ao dia. A freqüência determina o sucesso do tratamento , alerta a terapeuta. Ela lembra ainda que o recurso vale para quem enfrenta situações de emergência ou para quem deseja iniciar um processo de transformação e está disposto a embarcar numa terapia de longo prazo.
As respostas começam a aparecer depois de três semanas, em média.É muito importante dar atenção às nossas emoções, afirma a especialista em Florais de Bach. Elas afetam o equilíbrio e podem desencadear diversas doenças, como úlceras, gastrites, síndrome do pânico ou depressão .Encontre o seu floralEstresse: Rescue Remedy, para equilibrar Medo das coisas conhecidas: Mimulus, para adquirir coragem Impaciência: Impatiens, que vai transformar esta emoção, trazendo paciência Insegurança: Larch, para adquirir segurança em sua capacidade de realização Na emergência, conte com eleO Rescue Remedy é um composto de Florais de Bach originais para ser usado em situações de emergência: acidente, choque, alarme, pavor, nervoso diante de um exame. Essa é a essência do resgate , composta por cinco elementos: Star of Bethlehem, Rock Rose, Cherry Plum, Clematis e Impatiens.Esta versão é apresentada em gotas, em embalagens de 10 ml ou 20 ml, spray e creme. Tanto o Rescue em gotas quanto em spray oferecem os mesmo benefícios, variando apenas a quantidade ingerida. Se optar por gotas, pingue quatro delas na língua. Caso prefira usar o produto em spray, aplique duas borrifadas também na língua. (entenda os poderes calmantes do chocolate)Também há o creme, composto pelas cinco flores mais o Crab Apple, é uma pomada para recuperar a pele em casos de cicatrização, hematomas, escoriações, além de muito indicado para recuperar marcas por queimaduras e em casos de alergias da pele. É indicado sempre que houver necessidade de uma ação cicatrizante, ginecologia, obstetrícia e odontologia. O Rescue em creme também restabelece a umidade natural da pele, hidratando e atuando contra a escamação. Ele pode ser usado nas mãos, no rosto e no corpo. "Mas nunca deve substituir um tratamento médico ou de emergência", alerta Maria Aparecida. Pode e deve ser tomado ou aplicado para amenizar uma situação estressante, como exemplo, a espera de uma ambulância ou ajuda médica qualificada. "Sempre que uma pessoa envolvida num acidente, numa briga ou numa situação de ansiedade maior apresentar medo, estresse, tensão, nervoso, o Rescue Remedy ajudará estabilizando suas emoções", afirma a especialista.
Os florais originais do Dr. Bach não tratam doença alguma, mas a pessoa e suas emoções , afirma a educadora Maria Aparecida das Neves que, desde 1989, realiza consultas e tratamentos especializados e obteve formação na Fundação Edward Bach, na Inglaterra.
A ajuda de um terapeuta aumenta bastante as chances de eficácia do tratamento. Mas, se quiser, você pode experimentar umas gotinhas pro conta própria. Não há contra-indicações. O máximo que pode haver é o floral não surtir efeito, caso a indicação esteja inadequada , afirma Maria Aparecida. (acupuntura sem agulhas)A chave para receitar o Floral de Bach é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito descrito. Segundo a especialista, esse é o passo mais importante para equilibrar as emoções. São muitos os relatos de pacientes que, ao tomarem floral, conseguiram controlar seus sentimentos e passaram a aproveitar melhor a vida , diz.Os fluidos dividem-se em sete grupos, de acordo com os tipos de personalidade (medo, incerteza, solidão e desespero, entre outros). Para cada estado de ânimo, o médico associou uma planta e criou uma essência floral para tratá-los. São 38 flores, mais o Rescue Remedy, que é uma combinação de cinco essências. Os florais apresentam-se em frascos de 10ml ou 20ml, cobrindo mais de 3 bilhões de estados mentais ao combinas as 38 flores entre si. Num mesmo frasco, pode-se combinar até seis essências diferentes , afirma Maria Aparecida. (aproveite os benefícios da homeopatia)
A indicação é tomar, no mínimo, quatro gotas e quatro vezes ao dia. A freqüência determina o sucesso do tratamento , alerta a terapeuta. Ela lembra ainda que o recurso vale para quem enfrenta situações de emergência ou para quem deseja iniciar um processo de transformação e está disposto a embarcar numa terapia de longo prazo.
As respostas começam a aparecer depois de três semanas, em média.É muito importante dar atenção às nossas emoções, afirma a especialista em Florais de Bach. Elas afetam o equilíbrio e podem desencadear diversas doenças, como úlceras, gastrites, síndrome do pânico ou depressão .Encontre o seu floralEstresse: Rescue Remedy, para equilibrar Medo das coisas conhecidas: Mimulus, para adquirir coragem Impaciência: Impatiens, que vai transformar esta emoção, trazendo paciência Insegurança: Larch, para adquirir segurança em sua capacidade de realização Na emergência, conte com eleO Rescue Remedy é um composto de Florais de Bach originais para ser usado em situações de emergência: acidente, choque, alarme, pavor, nervoso diante de um exame. Essa é a essência do resgate , composta por cinco elementos: Star of Bethlehem, Rock Rose, Cherry Plum, Clematis e Impatiens.Esta versão é apresentada em gotas, em embalagens de 10 ml ou 20 ml, spray e creme. Tanto o Rescue em gotas quanto em spray oferecem os mesmo benefícios, variando apenas a quantidade ingerida. Se optar por gotas, pingue quatro delas na língua. Caso prefira usar o produto em spray, aplique duas borrifadas também na língua. (entenda os poderes calmantes do chocolate)Também há o creme, composto pelas cinco flores mais o Crab Apple, é uma pomada para recuperar a pele em casos de cicatrização, hematomas, escoriações, além de muito indicado para recuperar marcas por queimaduras e em casos de alergias da pele. É indicado sempre que houver necessidade de uma ação cicatrizante, ginecologia, obstetrícia e odontologia. O Rescue em creme também restabelece a umidade natural da pele, hidratando e atuando contra a escamação. Ele pode ser usado nas mãos, no rosto e no corpo. "Mas nunca deve substituir um tratamento médico ou de emergência", alerta Maria Aparecida. Pode e deve ser tomado ou aplicado para amenizar uma situação estressante, como exemplo, a espera de uma ambulância ou ajuda médica qualificada. "Sempre que uma pessoa envolvida num acidente, numa briga ou numa situação de ansiedade maior apresentar medo, estresse, tensão, nervoso, o Rescue Remedy ajudará estabilizando suas emoções", afirma a especialista.
Bem-estar

Bem usados, os incensos concentram energia suficiente para transformar o seu dia. E os efeitos são ainda mais potentes se, em vez de comprar as varetas prontas, você manipular o seu próprio acessório de combate ao desequilíbrio. Hoje em dia, não há mais incensos com óleos essenciais. Por isso, o melhor é fazer defumações com resinas endurecidas , afirma a aromatóloga Samia Maluf.Desde a Antiguidade, os incensos são usados como ferramenta para ampliação da consciência e com fins terapêuticos, aliviando alergias e problemas respiratórios, por exemplo. Quem assina a ação positiva são os óleos essenciais (daí o problema em usar essências sintéticas, que apenas simulam o aroma natural nas fórmulas). Já a fumaça funciona como uma espécie de canalizador, espalhando os ativos dos óleos pelo ambiente.Um incenso, para oferecer todos os benefícios, precisa ser composto simplesmente por óleos essenciais naturais, madeira aromática e cinzas de carvão vegetal. Qualquer ingrediente além destes três pode comprometer a eficácia do tratamento e se resumir a um odorizador do ambiente. Se você não quer correr este risco, a dica é trocar as varetas pelo turíbulo e produzir o seu próprio incenso em casa. A seguir, Samia dá receitas para você produzir uma defumação diferente a cada dia da semana, aproveite!2ª feira: a semana começa com uma receita energética, que vai encher seus dias com muito pique. Após aquecer o carvão e transformá-lo em brasa, acrescente casca de laranja e cravo. O aroma ativa a circulação sanguínea e aumenta a sua disposição.3ª feira: para aliviar o estresse do início da semana, a dica é postar no frescor. Junte resina de benjoim e casca ou folhas secas de limão.4ª feira: o meio da semana é sempre complicado. O número de tarefas acumula-se e dá até desespero quando parece que o tempo não vai ser suficiente para dar conta de tudo. Para levantar o astral, misture gengibre, canela e folhas secas de alecrim.5ª feira: a receita é ideal para quem escolheu a quinta como o dia oficial da balada. Junte erva-doce, noz-moscada, manjericão seco e hortelã seca para aumentar o clima de sensualidade e dar mais leveza para o seu humor.6ª feira: depois de uma semana atribulada, tudo o que você quer é dar uma renovada nas energias antes de recomeçar o ciclo, correto? Para isso, Samia indica uma poderosa mistura de limpeza e purificação (e que ainda é uma delícia). Misture alecrim, olíbano e pétalas secas de mini-rosa ou de rosa vermelha.No sábado e no domingo, segundo a especialista, o melhor é descansar o olfato. Mas, se você sentir necessidade de sentir um aroma mais diferente, escolha uma essência que estimula a concentração e acalma os pensamentos. Mirra, benjoim e sândalo são ótimas escolhas. Mas não misture, escolha uma das resinas e deposite no carvão , afirma Samia.A escolha do carvão Para experimentar um incenso, pode usar o carvão que você tem em casa e usa para fazer um churrasco. Mas, gostando da idéia, prefira um carvão próprio para uso em rituais. Este é um trabalho de sutilezas, que reúne a energia da planta, da terra e da pessoa que trabalha ali. Você está levando tudo isso para dentro da sua casa , diz Samia Maluf. A dica dela é para a marca Milagros.
29/03/2009
Equilibre-se
A saúde não está apenas relacionada ao corpo. Depende muito dos nossos pensamentos e sentimentos. Muitas doenças se desenvolvem devido às emoções negativas e para ter saúde é importante compreender que somos um espírito morando em um corpo.
O Dr. Pema Dorjee, especialista de medicina tibetana, esteve no Brasil e vale a pena conhecer sua visão espiritual sobre o desenvolvimento de doenças e a recuperação da saúde.
De acordo com a medicina tibetana, a ignorância, que caracteriza todos os seres humanos, gera um modo distorcido de compreender a realidade. Não entendemos quem somos ou o que é a vida. Vivemos de ilusões e para sair dessa falsa visão do mundo, precisamos compreender a causa da dor e o que nos prende ao sofrimento. Os pensamentos e emoções errôneas podem nos fazer sofrer tanto que podem nos conduzir a estados de desequilíbrio mental, energético e físico.
Esse estado de ignorância, de não-compreensão, gera os venenos da mente e dá origem a três sofrimentos, que podem causar os desequilíbrios físicos, mentais e energéticos.
Venenos da mente
O primeiro veneno ou sofrimento é o apego. Nasce do desejo. Nasce de nosso olhar, pois muitas vezes vemos algo e imediatamente o desejamos. Às vezes, se ansiarmos muito por algo, fazemos de tudo para obter aquilo e isto causa muito estresse. Quando não conseguimos o que queremos, ficamos frustrados, insatisfeitos, deprimidos e isto causa muitas doenças. Desse modo, esse conjunto de sintomas vem do excesso de apego.
O segundo veneno, ou condição de sofrimento, é a raiva. Ela está latente dentro de nós, e se manifesta: quando não realizamos nossos desejos,quando perdemos algo, quando somos insultados, sentimos que nosso território é invadido ou somos controlados. Sentir raiva é humano, mas o problema não é sentir raiva de vez em quando, mas reagir com raiva e violência, explodir com agressividade ou pior ainda, engolir a raiva.
É importante identificar porque sentimos a raiva, de onde ela surge. Compreender que ninguém causa a raiva em nós, e sim que ela está camuflada dentro de nós. Para isto é importante uma autoanálise sincera e a boa vontade de se libertar dessa emoção tão negativa.
O terceiro veneno é a estreiteza mental. É a pessoa sem horizontes amplos, com uma mente tacanha. Assim como os outros dois venenos, muitas doenças também surgem dessa característica.
Para a medicina tibetana, existem três tipos básicos de ser humano. Para se compreender melhor suas características, esses tipos são associados a animais e a elementos da natureza.
Quem somosO primeiro tipo é agitado, instável, fala bastante, tem o pensamento rápido, é ansioso. Não consegue ficar quieto como as aves e os macacos. Está associado ao elemento ar e aos ventos - correntes de energia interna que passam pelo corpo sutil - e aos pulmões. Esse tipo humano é muito sensível ao apego e às doenças ocasionadas por ele, como doenças mentais ou do sistema nervoso. Mas, isso não significa que não possa ter outras doenças ou ser afetado por outras emoções.
O segundo tipo está relacionado à raiva e ao elemento fogo. É agressivo, irritável, e está associado aos tigres e leões. Está ligado à bílis, ao fígado, à vesícula, ao coração, e são sensíveis às infecções.
O terceiro tipo é mais sereno, reage com lentidão, pensa devagar e têm dificuldade de ver com clareza as situações. Tem a mente presa a detalhes, não tem metas nem ideais. Está associado aos elefantes e búfalos. Está ligado ao elemento terra, ao estômago e à fleuma. São mais sensíveis às infecções e aos tumores, que para a medicina tibetana são solidificações de toxinas.
Como na medicina ayurvédica, uma pessoa pode apresentar um elemento predominante ou ser uma composição de dois tipos.
Vamos agora saber quais são os antídotos para contrabalançar nossas tendências naturais e neutralizar esses venenos. Para equilibrá-los, é preciso adequar a alimentação aos tipos.
Antídotos
Para o primeiro tipo, os apegados, a melhor maneira de enfrentar é aprender a se desgrudar das situações. É entender a impermanência e transitoriedade da vida. Compreender que a vida é uma dança eterna e que muda a todo instante. Não se pode segurar a vida nas mãos ou querer fixá-la segundo a nossa vontade e prazer.
Às vezes, uma pessoa deseja muito alguma coisa ou alguém, mas a vida, ou seu karma, pode não lhe permitir alcançar. Para transformar os desejos obsessivos, a medicina tibetana, fala para se tornar mais maleável e reconhecer as energias em jogo, ponderar as coisas com uma razão mais clara e aceitação.
Para equilibrar esse tipo mais relacionado ao elemento ar, é bom evitar frituras, desenvolver atividades que acalmam e estimulam a concentração.
Para o segundo tipo, é preciso ser menos possessivo e diminuir essa noção de posse: eu, meu, minha. É preciso suavizar essa posse e raiva interna. Abrandar a força do ego negativo, que causa esse temperamento agressivo. Compreender essa ilusão da posse, pois não possuímos nada, nem ninguém, nem mesmo nosso corpo ou bens.
Para equilibrar esse tipo, é bom evitar elementos muito condimentados e exercícios muito intensos que aumentam o elemento fogo.
Para o terceiro tipo, para a mente estreita, é indicado ampliar os horizontes com conhecimentos e sabedoria. Abrir-se para o novo e aprender ensinamentos sobre o dharma, ou seja, o dever.
Para equilibrar quem manifesta essas características, é bom evitar os doces, embora gostem muito deles. Esportes e exercícios podem equilibrar a tendência de serem sedentários ou obesos.
Nessa medicina espiritual, a pessoa não é saudável apenas para si mesma. Ela deve praticar o bem, o dharma cotidiano, o correto pensamento, a correta palavra, a correta ação, beneficiando outros seres humanos.
Todos os seres humanos têm os três temperamentos (denominados ventos – ou correntes de energia - bílis e fleuma), embora um ou outro temperamento se manifeste mais intensamente. Descubra qual seu tipo ou tipos e aplique os antídotos para alcançar mais saúde física, mental e emocional. Fique em paz! Namaste! Deus em mim saúda Deus em você!
O Dr. Pema Dorjee, especialista de medicina tibetana, esteve no Brasil e vale a pena conhecer sua visão espiritual sobre o desenvolvimento de doenças e a recuperação da saúde.
De acordo com a medicina tibetana, a ignorância, que caracteriza todos os seres humanos, gera um modo distorcido de compreender a realidade. Não entendemos quem somos ou o que é a vida. Vivemos de ilusões e para sair dessa falsa visão do mundo, precisamos compreender a causa da dor e o que nos prende ao sofrimento. Os pensamentos e emoções errôneas podem nos fazer sofrer tanto que podem nos conduzir a estados de desequilíbrio mental, energético e físico.
Esse estado de ignorância, de não-compreensão, gera os venenos da mente e dá origem a três sofrimentos, que podem causar os desequilíbrios físicos, mentais e energéticos.
Venenos da mente
O primeiro veneno ou sofrimento é o apego. Nasce do desejo. Nasce de nosso olhar, pois muitas vezes vemos algo e imediatamente o desejamos. Às vezes, se ansiarmos muito por algo, fazemos de tudo para obter aquilo e isto causa muito estresse. Quando não conseguimos o que queremos, ficamos frustrados, insatisfeitos, deprimidos e isto causa muitas doenças. Desse modo, esse conjunto de sintomas vem do excesso de apego.
O segundo veneno, ou condição de sofrimento, é a raiva. Ela está latente dentro de nós, e se manifesta: quando não realizamos nossos desejos,quando perdemos algo, quando somos insultados, sentimos que nosso território é invadido ou somos controlados. Sentir raiva é humano, mas o problema não é sentir raiva de vez em quando, mas reagir com raiva e violência, explodir com agressividade ou pior ainda, engolir a raiva.
É importante identificar porque sentimos a raiva, de onde ela surge. Compreender que ninguém causa a raiva em nós, e sim que ela está camuflada dentro de nós. Para isto é importante uma autoanálise sincera e a boa vontade de se libertar dessa emoção tão negativa.
O terceiro veneno é a estreiteza mental. É a pessoa sem horizontes amplos, com uma mente tacanha. Assim como os outros dois venenos, muitas doenças também surgem dessa característica.
Para a medicina tibetana, existem três tipos básicos de ser humano. Para se compreender melhor suas características, esses tipos são associados a animais e a elementos da natureza.
Quem somosO primeiro tipo é agitado, instável, fala bastante, tem o pensamento rápido, é ansioso. Não consegue ficar quieto como as aves e os macacos. Está associado ao elemento ar e aos ventos - correntes de energia interna que passam pelo corpo sutil - e aos pulmões. Esse tipo humano é muito sensível ao apego e às doenças ocasionadas por ele, como doenças mentais ou do sistema nervoso. Mas, isso não significa que não possa ter outras doenças ou ser afetado por outras emoções.
O segundo tipo está relacionado à raiva e ao elemento fogo. É agressivo, irritável, e está associado aos tigres e leões. Está ligado à bílis, ao fígado, à vesícula, ao coração, e são sensíveis às infecções.
O terceiro tipo é mais sereno, reage com lentidão, pensa devagar e têm dificuldade de ver com clareza as situações. Tem a mente presa a detalhes, não tem metas nem ideais. Está associado aos elefantes e búfalos. Está ligado ao elemento terra, ao estômago e à fleuma. São mais sensíveis às infecções e aos tumores, que para a medicina tibetana são solidificações de toxinas.
Como na medicina ayurvédica, uma pessoa pode apresentar um elemento predominante ou ser uma composição de dois tipos.
Vamos agora saber quais são os antídotos para contrabalançar nossas tendências naturais e neutralizar esses venenos. Para equilibrá-los, é preciso adequar a alimentação aos tipos.
Antídotos
Para o primeiro tipo, os apegados, a melhor maneira de enfrentar é aprender a se desgrudar das situações. É entender a impermanência e transitoriedade da vida. Compreender que a vida é uma dança eterna e que muda a todo instante. Não se pode segurar a vida nas mãos ou querer fixá-la segundo a nossa vontade e prazer.
Às vezes, uma pessoa deseja muito alguma coisa ou alguém, mas a vida, ou seu karma, pode não lhe permitir alcançar. Para transformar os desejos obsessivos, a medicina tibetana, fala para se tornar mais maleável e reconhecer as energias em jogo, ponderar as coisas com uma razão mais clara e aceitação.
Para equilibrar esse tipo mais relacionado ao elemento ar, é bom evitar frituras, desenvolver atividades que acalmam e estimulam a concentração.
Para o segundo tipo, é preciso ser menos possessivo e diminuir essa noção de posse: eu, meu, minha. É preciso suavizar essa posse e raiva interna. Abrandar a força do ego negativo, que causa esse temperamento agressivo. Compreender essa ilusão da posse, pois não possuímos nada, nem ninguém, nem mesmo nosso corpo ou bens.
Para equilibrar esse tipo, é bom evitar elementos muito condimentados e exercícios muito intensos que aumentam o elemento fogo.
Para o terceiro tipo, para a mente estreita, é indicado ampliar os horizontes com conhecimentos e sabedoria. Abrir-se para o novo e aprender ensinamentos sobre o dharma, ou seja, o dever.
Para equilibrar quem manifesta essas características, é bom evitar os doces, embora gostem muito deles. Esportes e exercícios podem equilibrar a tendência de serem sedentários ou obesos.
Nessa medicina espiritual, a pessoa não é saudável apenas para si mesma. Ela deve praticar o bem, o dharma cotidiano, o correto pensamento, a correta palavra, a correta ação, beneficiando outros seres humanos.
Todos os seres humanos têm os três temperamentos (denominados ventos – ou correntes de energia - bílis e fleuma), embora um ou outro temperamento se manifeste mais intensamente. Descubra qual seu tipo ou tipos e aplique os antídotos para alcançar mais saúde física, mental e emocional. Fique em paz! Namaste! Deus em mim saúda Deus em você!
23/03/2009
I Ran
I walk along the avenue
I never thought I'd meet a girl like you
Meet a girl like you
With auburn hair and tawny eyes
The kind of eyes that hyptonize me through
Hypnotize me through
And I ran
I ran so far away
I just ran
I ran all night and day
I couldn't get away
A cloud appears above your head
A beam of light comes shining down on you
Shining down on you
The cloud is moving nearer still
Aurora Borealis comes in view
Aurora comes in view
And I ranI ran so far away
I just ranI ran all night and day
I couldn't get away
Reached out a hand to touch your face
You're slowly disappearing from my view
Appearing from my view
Reached out a hand to try again
I'm floating in a beam of light with you
A beam of light with you
And I ran
I ran so far away
I just ran
I ran all night and day
And I ran
I ran so far away
I just ran
I couldn't get away
And I ran
I ran so far away
I just ran
I couldn't get away
I never thought I'd meet a girl like you
Meet a girl like you
With auburn hair and tawny eyes
The kind of eyes that hyptonize me through
Hypnotize me through
And I ran
I ran so far away
I just ran
I ran all night and day
I couldn't get away
A cloud appears above your head
A beam of light comes shining down on you
Shining down on you
The cloud is moving nearer still
Aurora Borealis comes in view
Aurora comes in view
And I ranI ran so far away
I just ranI ran all night and day
I couldn't get away
Reached out a hand to touch your face
You're slowly disappearing from my view
Appearing from my view
Reached out a hand to try again
I'm floating in a beam of light with you
A beam of light with you
And I ran
I ran so far away
I just ran
I ran all night and day
And I ran
I ran so far away
I just ran
I couldn't get away
And I ran
I ran so far away
I just ran
I couldn't get away
This is the story of the young heart
It only seems like yesterday
We were walking in the rain
It only seems that our own soul
Since I looked into your soul
Is tearing me apart
To tell the story of the young heart
The story of the young heart
It only seems that we got to say
Maybe it's been near two years
Since we were burning down the days
Neither happiness nor tears
The story in your eyesIs the story of the young heart
The story of the young heart
This is the story of the young heart
You know they gotta break your young heart (this is the story)
This is the story of the young heart
It only seems like yesterday
We were walking in the rain
It only seems that our own soul
Since I looked into your soul
Is tearing me apart
To tell the story of the young heart
The story of the young heart
It only seems that we got to say
Maybe it's been near two years
Since we were burning down the days
Neither happiness nor tears
The story in your eyesIs the story of the young heart
The story of the young heart
This is the story of the young heart
You know they gotta break your young heart (this is the story)
This is the story of the young heart
Pensei que esse mês de março demoraria para passar, mas me enganei...
Ontem eu dormi quase a tarde toda, foi uma fuga para fugir dos meus problemas...as vezes acordar é deprimente.
Minha tpm já passou, não sei por que estou me sentindo melancolica...
Estou sem muitas expectativas...as coisas tem ido de mal a pior...nossa minha vida não é tão ruim assim...mas falta algo...na verdade falta muitas coisas, mas tem uma que vale por todas essas outras...
Não tenho sonhando como antes...ah...é tão bom sonhar...
Por muitas vezes meus sonhos me avisaram do que poderia acontecer...e eu não consegui interpretar eles...agora sei que foram avisos...
Eu tenho sexto sentindo...embora agora ele esteja um pouco "fraco" mas ainda funciona...
Ah eu queria tanto acordar e ver que muitas coisas que aconteceram fossem apenas um sonho...um pesadelo na verdade...
Tem certas ocasiões na vida que ficamos cegos...parece que tem um véu que não nós deixa ver o que realmente está acontecendo...
Gostaria de ter esse poder de controle total da minha vida...
Poder escolher...saber qual será o melhor caminho...
Mas eu estou sonhando alto...eu e meus pensametos...
A vida é um mistério, nosso caminho incerto...e infelizmente ou felizmente não depende só de nós...é algo que está além de nós...talvez nunca saberemos ao certo...
Mas parece que tem coisas que não podem ser mudadas...destino ou acaso?
Cada dia que passa mais eu me sinto distante de tudo isso aqui...ao mesmo tempo que quero ficar e seguir meu caminho, tem algo que volta e tenta me levar para um lugar bem distante...
Me sinto confusa e inquieta...como posso sentir falta de algo que nem sei se existe...
Como posso sentir saudades de alguém que talvez só exista em meus pensamentos?
O que estou aprendendo aqui nessa vida? Qual o proposito de eu estar aqui?
Por que eu sinto que deveria estar em outro lugar...
Meu lugar não é aqui!
Ontem eu dormi quase a tarde toda, foi uma fuga para fugir dos meus problemas...as vezes acordar é deprimente.
Minha tpm já passou, não sei por que estou me sentindo melancolica...
Estou sem muitas expectativas...as coisas tem ido de mal a pior...nossa minha vida não é tão ruim assim...mas falta algo...na verdade falta muitas coisas, mas tem uma que vale por todas essas outras...
Não tenho sonhando como antes...ah...é tão bom sonhar...
Por muitas vezes meus sonhos me avisaram do que poderia acontecer...e eu não consegui interpretar eles...agora sei que foram avisos...
Eu tenho sexto sentindo...embora agora ele esteja um pouco "fraco" mas ainda funciona...
Ah eu queria tanto acordar e ver que muitas coisas que aconteceram fossem apenas um sonho...um pesadelo na verdade...
Tem certas ocasiões na vida que ficamos cegos...parece que tem um véu que não nós deixa ver o que realmente está acontecendo...
Gostaria de ter esse poder de controle total da minha vida...
Poder escolher...saber qual será o melhor caminho...
Mas eu estou sonhando alto...eu e meus pensametos...
A vida é um mistério, nosso caminho incerto...e infelizmente ou felizmente não depende só de nós...é algo que está além de nós...talvez nunca saberemos ao certo...
Mas parece que tem coisas que não podem ser mudadas...destino ou acaso?
Cada dia que passa mais eu me sinto distante de tudo isso aqui...ao mesmo tempo que quero ficar e seguir meu caminho, tem algo que volta e tenta me levar para um lugar bem distante...
Me sinto confusa e inquieta...como posso sentir falta de algo que nem sei se existe...
Como posso sentir saudades de alguém que talvez só exista em meus pensamentos?
O que estou aprendendo aqui nessa vida? Qual o proposito de eu estar aqui?
Por que eu sinto que deveria estar em outro lugar...
Meu lugar não é aqui!
22/03/2009
Governo britânico divulga arquivos oficiais sobre Ovnis
O governo britânico está divulgando o terceiro grupo de arquivos oficiais secretos sobre aparições de Objetos Voadores Não-Identificados (Ovnis), que inclui relatos de uma mulher que diz ter conversado com um "alienígena". Os arquivos do Ministério da Defesa, que cobrem o período entre 1987 e 1993, são liberados como parte de um projeto de três anos, e podem ser baixados do site do Arquivo Nacional britânico.
Os documentos contém os relatos de uma mulher que teria visto um objeto brilhante e esférico subir ao céu na cidade de Norwich após encontrar um homem que dizia ter vindo de um planeta similar à Terra. Em novembro de 1989, a mulher "completamente aterrorizada" entrou em contato com a Força Aérea em Suffolk, segundo o documento.
Ela disse que encontrou um homem de cabelos claros com um sotaque parecido com o de países da Escandinávia quando passeava com seu cachorro em um campo de esportes. O homem teria dito a ela que os chamados "círculos ingleses" que aparecem em plantações, haviam sido feitos por outros como ele, que haviam viajado para a Terra de outros planetas, e que o objetivo de sua visita era pacífico.
Ele teria dito então que falou com ela porque achava importante ter contato com humanos, apesar de ter recebido orientações para não falar com ninguém. Quando a mulher, que não foi identificada, corria para casa, ela teria ouvido um forte barulho e, quando se virou, teria visto um grande objeto esférico, com uma luz laranja, subir até desaparecer.
Uma carta da Força Aérea para o ministério descreveu a experiência da mulher como "um dos relatos mais incomuns sobre Ovnis que já recebemos". Três anos depois, dois controladores de vôo do aeroporto de Heatrow, em Londres, relataram ter visto um objeto preto, com o formato de um bumerangue invertido. Segundo eles, o objeto estava parado, e depois se moveu lentamente em direção ao sol da manhã.
Uma semana antes, em uma estrada na costa, em Lincolnshire, várias pessoas haviam reportado visões similares de um objeto grande e triangular com três luzes. Muitas das testemunhas teriam parado seus carros para ver melhor o objeto. Outros relatos contidos nos documentos, no entanto, têm explicações mais claras.
Em novembro de 1990, as tripulações de seis jatos militares reportaram ter sido ultrapassadas por um "Ovni gigante" quando sobrevoavam a Alemanha. Eles inicialmente pensaram se tratar de um vôo de teste para o então secreto jato americano Stealth.
Mas, o que eles viram foram os destroços em chama de um foguete russo usado para colocar um satélite em órbita. Em 31 de março de 1993, vários relatos de luzes se movendo sobre o sudoeste da Inglaterra e o sul do País de Gales foram também foram ligados a um foguete russo.
"A maioria dos relatos é composta de coisas ordinárias vistas em situações extraordinárias", disse o especialista em Ovnis, David Clarke. "Tantas coisas podem ser interpretadas como incomuns, que você precisa eliminar todo esse ruído e ver o que sobra", disse. "Eu não acho que existam evidências sólidas de que fomos visitados por vida inteligente, mas não acho que isso possa ser descartado."
Os mais recentes arquivos divulgados pelo governo são os primeiros que contém informações escritas por funcionários da área de inteligência. Segundo Clarke, esses documentos estavam entre milhares de arquivos secretos que foram contaminados com a substância cancerígena amianto e corriam o risco de ser destruídos. Os arquivos acabaram sendo salvos após uma campanha de historiadores.
Os documentos contém os relatos de uma mulher que teria visto um objeto brilhante e esférico subir ao céu na cidade de Norwich após encontrar um homem que dizia ter vindo de um planeta similar à Terra. Em novembro de 1989, a mulher "completamente aterrorizada" entrou em contato com a Força Aérea em Suffolk, segundo o documento.
Ela disse que encontrou um homem de cabelos claros com um sotaque parecido com o de países da Escandinávia quando passeava com seu cachorro em um campo de esportes. O homem teria dito a ela que os chamados "círculos ingleses" que aparecem em plantações, haviam sido feitos por outros como ele, que haviam viajado para a Terra de outros planetas, e que o objetivo de sua visita era pacífico.
Ele teria dito então que falou com ela porque achava importante ter contato com humanos, apesar de ter recebido orientações para não falar com ninguém. Quando a mulher, que não foi identificada, corria para casa, ela teria ouvido um forte barulho e, quando se virou, teria visto um grande objeto esférico, com uma luz laranja, subir até desaparecer.
Uma carta da Força Aérea para o ministério descreveu a experiência da mulher como "um dos relatos mais incomuns sobre Ovnis que já recebemos". Três anos depois, dois controladores de vôo do aeroporto de Heatrow, em Londres, relataram ter visto um objeto preto, com o formato de um bumerangue invertido. Segundo eles, o objeto estava parado, e depois se moveu lentamente em direção ao sol da manhã.
Uma semana antes, em uma estrada na costa, em Lincolnshire, várias pessoas haviam reportado visões similares de um objeto grande e triangular com três luzes. Muitas das testemunhas teriam parado seus carros para ver melhor o objeto. Outros relatos contidos nos documentos, no entanto, têm explicações mais claras.
Em novembro de 1990, as tripulações de seis jatos militares reportaram ter sido ultrapassadas por um "Ovni gigante" quando sobrevoavam a Alemanha. Eles inicialmente pensaram se tratar de um vôo de teste para o então secreto jato americano Stealth.
Mas, o que eles viram foram os destroços em chama de um foguete russo usado para colocar um satélite em órbita. Em 31 de março de 1993, vários relatos de luzes se movendo sobre o sudoeste da Inglaterra e o sul do País de Gales foram também foram ligados a um foguete russo.
"A maioria dos relatos é composta de coisas ordinárias vistas em situações extraordinárias", disse o especialista em Ovnis, David Clarke. "Tantas coisas podem ser interpretadas como incomuns, que você precisa eliminar todo esse ruído e ver o que sobra", disse. "Eu não acho que existam evidências sólidas de que fomos visitados por vida inteligente, mas não acho que isso possa ser descartado."
Os mais recentes arquivos divulgados pelo governo são os primeiros que contém informações escritas por funcionários da área de inteligência. Segundo Clarke, esses documentos estavam entre milhares de arquivos secretos que foram contaminados com a substância cancerígena amianto e corriam o risco de ser destruídos. Os arquivos acabaram sendo salvos após uma campanha de historiadores.
Meio Ambiente
Para especialistas, conflitos por água vão crescer
A falta de água é um dos maiores desafios do mundo moderno. Ela já é o motivo por trás de vários conflitos pelo mundo, como no Sudão, na África, que deixou mais de 200 mil mortos, e deve ser a causa de inúmeros outros neste século. "As tensões ambientais por falta de água podem desencadear conflitos, que serão maiores nos países pobres. Há poucos anos, poucas pessoas olhavam para a árida região do ocidente de Darfur. Apenas alguns se deram conta de que os enfrentamentos ocorreram quando houve escassez de água. Hoje, todo mundo sabe da existência de Darfur", disse Ban Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), durante o 5º Fórum Mundial da Água.
Cerca de 20 mil especialistas estão reunidos no evento para discutir saídas para uma das questões que mais devem atormentar a humanidade neste século: a escassez de água. Espera-se que neste domingo, Dia Mundial da Água, os participantes cheguem a um consenso sobre medidas de segurança e adaptabilidade, que definam estratégias para enfrentar as mudanças climáticas e um compromisso para a adoção de uma série de ações destinadas a melhorar o acesso a esse bem natural e ao saneamento.
Apesar de a água dominar a superfície terrestre, a porcentagem potável é pequena. Do volume total de água, 97,5% é salgada. Dos 2,5% de água doce, cerca de 70% estão nos pólos (gelo) e outros 30%, em sua maior parte, como umidade no solo ou em aqüíferos subterrâneos. O ser humano precisa de 20 a 50 litros de água por dia. Ainda assim, segundo Ban Kim-moon, "há água suficiente para todos, mas é preciso mantê-la limpa, usá-la sabiamente e a compartilhar de maneira justa".
De acordo com os especialistas, os obstáculos a serem superados são imensos. As estimativas são as de que 1,1 bilhão de pessoas vivam sem acesso à água potável e 2,6 bilhões, sem saneamento básico. Nas áreas com deficiência de saneamento e água, a taxa de mortalidade infantil é de 10 a 20 vezes superior à de outras, em que o serviço é adequado. Morrem todos os dias,por doenças transmitidas por água inadequada ao consumo, 3.900 crianças. No mundo, a maior causa de mortes é a diarréia: 1,8 milhão de pessoas por ano.
Cientistas projetam um cenário sombrio para os próximos anos. Acreditam que, em 2075, de 3 a 7 bilhões de pessoas vão estar vivendo em regiões com falta crônica de água. Calcula-se que somente os 30 países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), como França, Inglaterra, Finlândia, responsáveis pela metade de toda a riqueza do mundo, terão de investir cerca de US$ 200 bilhões por ano para substituir a infra-estrutura de água, garantir suprimento, reduzir índices de vazamento e proteger a qualidade do produto oferecido à população. Hoje, no mundo em desenvolvimento, 70% dos resíduos industriais são despejados em córregos, rios e lagoas sem tratamento.
No Brasil, o saneamento básico está longe de ser adequado. Estima-se que 80% dos resíduos gerados são lançados diretamente nos rios, sem nenhum tipo de tratamento. De acordo com o Atlas de Saneamento do IBGE, em 2000 um quarto da população brasileira não tinha acesso à rede de abastecimento de água. Ainda segundo o instituto, 97,7% dos 5.507 municípios contava com rede de abastecimento de água e apenas metade possuía rede coletora de esgoto.
Segundo o IBGE, somente naquele ano, o País registrou mais de 800 mil casos de seis doenças - dengue, malária, hepatite A, leptospirose, tifo e febre amarela ¿, também conhecida como males da pobreza, diretamente relacionadas à má qualidade da água, às enchentes, à falta de tratamento adequado do esgoto e do lixo, com a morte de 3 mil crianças com menos de cinco anos por diarréia. Quanto ao consumo de água, a estimativa é a de que cada brasileiro consome 143 litros por dia, patamar próximo ao da população da Europa Central.
O Dia Mundial da Água é comemorado desde 1993. Ele foi estabelecido em uma declaração da ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, no Rio de Janeiro.
DiárioNet
A falta de água é um dos maiores desafios do mundo moderno. Ela já é o motivo por trás de vários conflitos pelo mundo, como no Sudão, na África, que deixou mais de 200 mil mortos, e deve ser a causa de inúmeros outros neste século. "As tensões ambientais por falta de água podem desencadear conflitos, que serão maiores nos países pobres. Há poucos anos, poucas pessoas olhavam para a árida região do ocidente de Darfur. Apenas alguns se deram conta de que os enfrentamentos ocorreram quando houve escassez de água. Hoje, todo mundo sabe da existência de Darfur", disse Ban Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), durante o 5º Fórum Mundial da Água.
Cerca de 20 mil especialistas estão reunidos no evento para discutir saídas para uma das questões que mais devem atormentar a humanidade neste século: a escassez de água. Espera-se que neste domingo, Dia Mundial da Água, os participantes cheguem a um consenso sobre medidas de segurança e adaptabilidade, que definam estratégias para enfrentar as mudanças climáticas e um compromisso para a adoção de uma série de ações destinadas a melhorar o acesso a esse bem natural e ao saneamento.
Apesar de a água dominar a superfície terrestre, a porcentagem potável é pequena. Do volume total de água, 97,5% é salgada. Dos 2,5% de água doce, cerca de 70% estão nos pólos (gelo) e outros 30%, em sua maior parte, como umidade no solo ou em aqüíferos subterrâneos. O ser humano precisa de 20 a 50 litros de água por dia. Ainda assim, segundo Ban Kim-moon, "há água suficiente para todos, mas é preciso mantê-la limpa, usá-la sabiamente e a compartilhar de maneira justa".
De acordo com os especialistas, os obstáculos a serem superados são imensos. As estimativas são as de que 1,1 bilhão de pessoas vivam sem acesso à água potável e 2,6 bilhões, sem saneamento básico. Nas áreas com deficiência de saneamento e água, a taxa de mortalidade infantil é de 10 a 20 vezes superior à de outras, em que o serviço é adequado. Morrem todos os dias,por doenças transmitidas por água inadequada ao consumo, 3.900 crianças. No mundo, a maior causa de mortes é a diarréia: 1,8 milhão de pessoas por ano.
Cientistas projetam um cenário sombrio para os próximos anos. Acreditam que, em 2075, de 3 a 7 bilhões de pessoas vão estar vivendo em regiões com falta crônica de água. Calcula-se que somente os 30 países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), como França, Inglaterra, Finlândia, responsáveis pela metade de toda a riqueza do mundo, terão de investir cerca de US$ 200 bilhões por ano para substituir a infra-estrutura de água, garantir suprimento, reduzir índices de vazamento e proteger a qualidade do produto oferecido à população. Hoje, no mundo em desenvolvimento, 70% dos resíduos industriais são despejados em córregos, rios e lagoas sem tratamento.
No Brasil, o saneamento básico está longe de ser adequado. Estima-se que 80% dos resíduos gerados são lançados diretamente nos rios, sem nenhum tipo de tratamento. De acordo com o Atlas de Saneamento do IBGE, em 2000 um quarto da população brasileira não tinha acesso à rede de abastecimento de água. Ainda segundo o instituto, 97,7% dos 5.507 municípios contava com rede de abastecimento de água e apenas metade possuía rede coletora de esgoto.
Segundo o IBGE, somente naquele ano, o País registrou mais de 800 mil casos de seis doenças - dengue, malária, hepatite A, leptospirose, tifo e febre amarela ¿, também conhecida como males da pobreza, diretamente relacionadas à má qualidade da água, às enchentes, à falta de tratamento adequado do esgoto e do lixo, com a morte de 3 mil crianças com menos de cinco anos por diarréia. Quanto ao consumo de água, a estimativa é a de que cada brasileiro consome 143 litros por dia, patamar próximo ao da população da Europa Central.
O Dia Mundial da Água é comemorado desde 1993. Ele foi estabelecido em uma declaração da ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, no Rio de Janeiro.
DiárioNet
Dia Mundial da Água
Você chega em casa, solta a bolsa, lava as mãos, abre a geladeira e mata a sede com um refrescante copo d´agua. A caminho do banho, dá um alô para as queridas plantas e constata que estão precisando ser regadas. Isso você fará com prazer, já a louça esperando na pia e as roupas de molho na máquina de lavar, ih, melhor esperar a diarista cuidar dessa parte amanhã. Muito bem. Agora faça uma pausa e volte ao começo da matéria. Entre em casa novamente e imagine o seu mundo sem água. Não dá sequer para conceber a idéia, não é mesmo? Segundo especialistas, se não começarmos a cuidar das reservas de água do planeta já, ficarmos sem esse precioso líquido é exatamente o que vai acontecer.
Dia 22 de março é a data escolhida pela Organização das Nações Unidas para celebrar o Dia Mundial da Água. Mais do que uma comemoração, é um momento para conscientizar a população do planeta a respeito dos problemas relativos à escassez deste elemento indispensável à vida. Cerca de dois terços do corpo humano são constituídos de água, assim como a superfície terrestre, que tem dois terços de sua composição líquida. É o elemento que melhor simboliza a essência humana. No entanto, embora a Terra seja conhecida como o "planeta azul", a água disponível para consumo não é tão abundante como se pode imaginar.
Embaixo do solo brasileiro encontra-se 97% da água potável subterrânea em estado líquido do planeta.
Aproximadamente 97% da água do planeta é salgada. Pouco mais de 2% é doce, mas não está disponível à população, pois encontra-se na forma sólida, em geleiras, calotas polares e neves eternas. Sobra menos de 1% - na verdade, cerca de 0,3% apenas - de água potável para o uso, em rios, lagos e reservatórios subterrâneos. Além disso, menos de 1% dessa água doce disponível provém de fontes consideradas renováveis. "O risco da falta de água é um fato. O homem está cada vez mais se concentrando em cidades - 82% da população brasileira vive em áreas urbanas. Isto gera uma demanda excessiva por água", afirma o engenheiro e ambientalista David Zee, professor do Departamento de Oceanografia e Hidrologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
A situação é grave no mundo inteiro (especialmente no Oriente Médio, que conta com pouquíssimos recursos), mas podemos dizer que o Brasil é privilegiado. O país conta com cerca de 12% da concentração mundial de água doce e, segundo a Unesco/ONU, possui o maior volume de água doce renovável, com mais 6.220 bilhões de metros cúbicos a serem aproveitados. Embaixo do solo brasileiro encontra-se 97% da água potável subterrânea em estado líquido do planeta. "O Brasil é uma das grandes reservas hídricas do mundo, mas a maior parte da água potável está no Norte e no Nordeste, enquanto a população se concentra nas regiões Sul e Sudeste do país. A demanda é desproporcional", compara David Zee.
Dia Mundial da Água > Abundância ou escassez?
Para o professor Zee, um dos principais problemas a serem solucionados é a acessibilidade à água que se encontra debaixo do solo. A maior reserva de água doce subterrânea do mundo está no aqüífero Guarani, localizado na região que engloba o centro-sul do Brasil, o nordeste argentino, o Paraguai e o Uruguai. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Ambiental e Agropecuária (Embrapa), a água no local é de ótima qualidade e suficiente para abastecer o país inteiro por dois milênios. "Para retirar a água que está subterrânea, é preciso investimentos em tecnologia avançada, o que gera um aumento do custo para quem vai consumi-la. Temos a maior parte do aqüífero Guarani sob o território brasileiro. Mas a viabilidade do seu uso depende dos custos (de bombeamento) e da avaliação dos impactos e da poluição que seriam gerados", explica David.
Para cada mil litros de água usados, outros 10 mil são poluídos.
Apesar de ser ainda pouco aproveitada, a água mineral do aqüífero tem sido extraída por algumas empresas, fato que preocupa alguns ambientalistas.A água é um recurso natural reciclável. Na superfície ela se evapora, forma nuvens e volta à terra através de chuvas e neve, que escorrem para os rios, lagos e subsolo, fazendo um processo cíclico. Entretanto, a poluição e a contaminação, além de outros fatores como a destruição de mananciais, o assoreamento de rios e lagos e a impermeabilização do solo, comprometem o volume de água potável e reutilizável. Para cada mil litros de água usados, outros 10 mil são poluídos. "Cerca de 20% da origem da água que usamos provém dos esgotos. O tratamento eleva os custos. Muito poderia ser resolvido com a otimização do uso. Para dar um exemplo de utilização errônea: a água das torneiras, e até que usamos para beber, é a mesma dos vasos sanitários", observa David Zee.
O professor lembra que a mudança nos hábitos da população é de vital importância e não apenas um apelo exagerado dos ambientalistas: "O desenvolvimento de tecnologias, aliado aos costumes, pode aliviar bastante esse panorama negativo. Na Europa, que está mais atenta à questão da escassez da água, é comum minimizarem o consumo. Aqui, vemos muito desperdício e mau uso", diz.
E o tanto de água salgada que há na Terra não poderia ser convertida em água potável? "De fato, isso é possível. Mas mais uma vez nos deparamos com os custos - no caso, da dessalinização. Acredito, contudo, que é provável que este processo futuramente acabe se transformando numa solução, se não tentarmos logo reverter a situação atual", conclui David.
Faça a sua parte
Se cada ser humano do planeta fizer a sua parte e a água potável for devidamente preservada, não precisaremos nos preocupar com a sua falta. Confira algumas dicas básicas para evitar o desperdício:
- Escove os dentes e se ensaboe no banho com as torneiras fechadas. O mesmo vale para lavar a louça e para fazer a barba. Com a torneira aberta durante todo o "processo", o gasto ultrapassa os 20 litros. Se você não está usando a água naquele momento, por que deixá-la ir embora?
- Ao lavar o carro, utilize um balde. Um banho de mangueira de meia hora gasta mais de 500 litros de água, enquanto o uso de baldes consome cinco vezes menos. O mesmo acontece ao limpar a calçada.
- Use a máquina de lavar somente quando estiver cheia de roupas.
- Para molhar as plantas, regue só o necessário e, de preferência, nas horas menos quentes do dia (logo pela manhã é o ideal para as plantas e para evitar desperdício). E se a meteorologia prever chuva, a necessidade de água para regar diminui bastante.
- Evite banhos muito demorados e o uso de banheira.- Fique atento a possíveis vazamentos. Uma dica é conferir sempre a conta de água e investigar gastos abusivos e repentinos.- Verifique também as torneiras e feche-as bem. Torneira pingando, no final, acaba resultando em um grande prejuízo. São 46 litros desperdiçados por dia.
Dia 22 de março é a data escolhida pela Organização das Nações Unidas para celebrar o Dia Mundial da Água. Mais do que uma comemoração, é um momento para conscientizar a população do planeta a respeito dos problemas relativos à escassez deste elemento indispensável à vida. Cerca de dois terços do corpo humano são constituídos de água, assim como a superfície terrestre, que tem dois terços de sua composição líquida. É o elemento que melhor simboliza a essência humana. No entanto, embora a Terra seja conhecida como o "planeta azul", a água disponível para consumo não é tão abundante como se pode imaginar.
Embaixo do solo brasileiro encontra-se 97% da água potável subterrânea em estado líquido do planeta.
Aproximadamente 97% da água do planeta é salgada. Pouco mais de 2% é doce, mas não está disponível à população, pois encontra-se na forma sólida, em geleiras, calotas polares e neves eternas. Sobra menos de 1% - na verdade, cerca de 0,3% apenas - de água potável para o uso, em rios, lagos e reservatórios subterrâneos. Além disso, menos de 1% dessa água doce disponível provém de fontes consideradas renováveis. "O risco da falta de água é um fato. O homem está cada vez mais se concentrando em cidades - 82% da população brasileira vive em áreas urbanas. Isto gera uma demanda excessiva por água", afirma o engenheiro e ambientalista David Zee, professor do Departamento de Oceanografia e Hidrologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).
A situação é grave no mundo inteiro (especialmente no Oriente Médio, que conta com pouquíssimos recursos), mas podemos dizer que o Brasil é privilegiado. O país conta com cerca de 12% da concentração mundial de água doce e, segundo a Unesco/ONU, possui o maior volume de água doce renovável, com mais 6.220 bilhões de metros cúbicos a serem aproveitados. Embaixo do solo brasileiro encontra-se 97% da água potável subterrânea em estado líquido do planeta. "O Brasil é uma das grandes reservas hídricas do mundo, mas a maior parte da água potável está no Norte e no Nordeste, enquanto a população se concentra nas regiões Sul e Sudeste do país. A demanda é desproporcional", compara David Zee.
Dia Mundial da Água > Abundância ou escassez?
Para o professor Zee, um dos principais problemas a serem solucionados é a acessibilidade à água que se encontra debaixo do solo. A maior reserva de água doce subterrânea do mundo está no aqüífero Guarani, localizado na região que engloba o centro-sul do Brasil, o nordeste argentino, o Paraguai e o Uruguai. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Ambiental e Agropecuária (Embrapa), a água no local é de ótima qualidade e suficiente para abastecer o país inteiro por dois milênios. "Para retirar a água que está subterrânea, é preciso investimentos em tecnologia avançada, o que gera um aumento do custo para quem vai consumi-la. Temos a maior parte do aqüífero Guarani sob o território brasileiro. Mas a viabilidade do seu uso depende dos custos (de bombeamento) e da avaliação dos impactos e da poluição que seriam gerados", explica David.
Para cada mil litros de água usados, outros 10 mil são poluídos.
Apesar de ser ainda pouco aproveitada, a água mineral do aqüífero tem sido extraída por algumas empresas, fato que preocupa alguns ambientalistas.A água é um recurso natural reciclável. Na superfície ela se evapora, forma nuvens e volta à terra através de chuvas e neve, que escorrem para os rios, lagos e subsolo, fazendo um processo cíclico. Entretanto, a poluição e a contaminação, além de outros fatores como a destruição de mananciais, o assoreamento de rios e lagos e a impermeabilização do solo, comprometem o volume de água potável e reutilizável. Para cada mil litros de água usados, outros 10 mil são poluídos. "Cerca de 20% da origem da água que usamos provém dos esgotos. O tratamento eleva os custos. Muito poderia ser resolvido com a otimização do uso. Para dar um exemplo de utilização errônea: a água das torneiras, e até que usamos para beber, é a mesma dos vasos sanitários", observa David Zee.
O professor lembra que a mudança nos hábitos da população é de vital importância e não apenas um apelo exagerado dos ambientalistas: "O desenvolvimento de tecnologias, aliado aos costumes, pode aliviar bastante esse panorama negativo. Na Europa, que está mais atenta à questão da escassez da água, é comum minimizarem o consumo. Aqui, vemos muito desperdício e mau uso", diz.
E o tanto de água salgada que há na Terra não poderia ser convertida em água potável? "De fato, isso é possível. Mas mais uma vez nos deparamos com os custos - no caso, da dessalinização. Acredito, contudo, que é provável que este processo futuramente acabe se transformando numa solução, se não tentarmos logo reverter a situação atual", conclui David.
Faça a sua parte
Se cada ser humano do planeta fizer a sua parte e a água potável for devidamente preservada, não precisaremos nos preocupar com a sua falta. Confira algumas dicas básicas para evitar o desperdício:
- Escove os dentes e se ensaboe no banho com as torneiras fechadas. O mesmo vale para lavar a louça e para fazer a barba. Com a torneira aberta durante todo o "processo", o gasto ultrapassa os 20 litros. Se você não está usando a água naquele momento, por que deixá-la ir embora?
- Ao lavar o carro, utilize um balde. Um banho de mangueira de meia hora gasta mais de 500 litros de água, enquanto o uso de baldes consome cinco vezes menos. O mesmo acontece ao limpar a calçada.
- Use a máquina de lavar somente quando estiver cheia de roupas.
- Para molhar as plantas, regue só o necessário e, de preferência, nas horas menos quentes do dia (logo pela manhã é o ideal para as plantas e para evitar desperdício). E se a meteorologia prever chuva, a necessidade de água para regar diminui bastante.
- Evite banhos muito demorados e o uso de banheira.- Fique atento a possíveis vazamentos. Uma dica é conferir sempre a conta de água e investigar gastos abusivos e repentinos.- Verifique também as torneiras e feche-as bem. Torneira pingando, no final, acaba resultando em um grande prejuízo. São 46 litros desperdiçados por dia.
15/03/2009
Augusto dos Anjos
Ao luar
Quando, à noite, o Infinito se levanta
A luz do luar, pelos caminhos quedos
Minha tactil intensidade é tanta
Que eu sinto a alma do Cosmos nos meus dedos!
Quebro a custódia dos sentidos tredos
E a minha mão, dona, por fim, de quanta Grandeza o
Orbe estrangula em seus segredos,
Todas as coisas íntimas suplanta!
Penetro, agarro, ausculto, apreendo, invado,
Nos paroxismos da hiperestesia,
O Infinitésimo e o Indeterminado...
Transponho ousadamente o átomo rude
E, transmudado em rutilância fria,
Encho o Espaço com a minha plenitude!
Ao luar
Quando, à noite, o Infinito se levanta
A luz do luar, pelos caminhos quedos
Minha tactil intensidade é tanta
Que eu sinto a alma do Cosmos nos meus dedos!
Quebro a custódia dos sentidos tredos
E a minha mão, dona, por fim, de quanta Grandeza o
Orbe estrangula em seus segredos,
Todas as coisas íntimas suplanta!
Penetro, agarro, ausculto, apreendo, invado,
Nos paroxismos da hiperestesia,
O Infinitésimo e o Indeterminado...
Transponho ousadamente o átomo rude
E, transmudado em rutilância fria,
Encho o Espaço com a minha plenitude!
Tédio!
Tédio! Foi a palavra de hoje!
Nem sei qual palavras usar para descrever o sinto hoje.
Uma mistura de revolta com angústia e medo...
Não gosto de usar muito essa palavra, mas...senti até raiva...
As vezes sinto vontade não de me vingar, mas de "dar o troco" em algumas pessoas que me fizeram sofrer...mas ai, eu paro e penso...por que vou ficar me preocupando com sentimentos tão egoista, tão pobre...isso não é da minha pessoa...e sempre deixo passar...o tempo costuma curar tudo...
Mas tem coisas que as vezes demoram demais para passar...
Será mesmo que devo deixar pra lá? E seguir com minha vida?
O problemas é que sempre aparece um fdp que quer acabar com a sua festa...
Não importa, no trabalho, na escola, na rua...onde quer que você vá...sempre tem alguém que não vai com sua cara e vice-versa...
Isso sempre aconteceu comigo...
Sempre fui uma pessoa pacifica, calma...branda...sempre muito relevante...sempre levei desaforos pra casa...engolia eles de travessado...sem nenhum gole d'gua.
Eu sofri muito na minha época escolar...tenho trauma...nem gosto de ficar lembrando...
Depois veio o trabalho...nossa...trabalhei quase 2 anos num covil de cobras, fui picada muitas vezes...parecia uma eternidade...
Em seguida quando tudo parecia bem...lá vamos nós de novo...decepção amorosa...umas atrás da outra...
Mas tudo bem...o que não mata ( quase matou ) , fortalece!
Tem ditado que diz: "Errar é humano...mas persistir no erro é burrice!"
Por que nós caimos?!
Foi um aprendizado e tanto!
Mas acontece que agora eu não consigo mais confiar nas pessoas...
Não me deixo envolver...nem me apaixonar...
Sabe aquela chama que temos dentro de nós?
Aquela que faz você se apaixonar...ver a vida colorida, rir do mundo e de si mesmo...
Aquela que dá sentindo a tudo?
Apagaram a minha...
Mas como eu sempre digo nada como um dia após o outro...
Eu sei que cansei disso tudo...amém...amém...agora só se for quando acabar minha oração!
Esse mundo é cruel...as pessoas são crueis...
Nunca fui uma pessoa ambiciosa, sempre quis ter o que tudo mundo quer!
Um emprego, uma casa, um carro, viajar...passear...apreciar a vida...sentir ela...
Tem muitas coisas que podem ser feitas sem dinheiro, mas infelizmente há muitas outras que podem ser feitas só se você tiver ele!
Eu sempre me comovo quando vejo cães de rua...é o mesmo que uma lança entrando no meu coração!
Já recolhi alguns deles...cuidei...e depois consegui um lar para eles...
Uma vez achei um gatinho, quando voltava da aula à noite...estava frio, chovendo...
Ele era lindo...preto e branco...usava luvinhas...rs
Fiquei com eles uns 3 meses, mas como já tinha cachorros e mais dois gatos...tive que doa-lo...
Eu queria poder ajudar esses cães, esses gatos...todos o animais que recebem maus tratos...
Mas sem uma renda propria fica dificil...
Aos vinte e poucos anos ainda sou dependente dos meus pais!
Mas isso um dia vai mudar...não a bem que sempre dure, mas também não há mal que nunca se acabe!
Nem sei qual palavras usar para descrever o sinto hoje.
Uma mistura de revolta com angústia e medo...
Não gosto de usar muito essa palavra, mas...senti até raiva...
As vezes sinto vontade não de me vingar, mas de "dar o troco" em algumas pessoas que me fizeram sofrer...mas ai, eu paro e penso...por que vou ficar me preocupando com sentimentos tão egoista, tão pobre...isso não é da minha pessoa...e sempre deixo passar...o tempo costuma curar tudo...
Mas tem coisas que as vezes demoram demais para passar...
Será mesmo que devo deixar pra lá? E seguir com minha vida?
O problemas é que sempre aparece um fdp que quer acabar com a sua festa...
Não importa, no trabalho, na escola, na rua...onde quer que você vá...sempre tem alguém que não vai com sua cara e vice-versa...
Isso sempre aconteceu comigo...
Sempre fui uma pessoa pacifica, calma...branda...sempre muito relevante...sempre levei desaforos pra casa...engolia eles de travessado...sem nenhum gole d'gua.
Eu sofri muito na minha época escolar...tenho trauma...nem gosto de ficar lembrando...
Depois veio o trabalho...nossa...trabalhei quase 2 anos num covil de cobras, fui picada muitas vezes...parecia uma eternidade...
Em seguida quando tudo parecia bem...lá vamos nós de novo...decepção amorosa...umas atrás da outra...
Mas tudo bem...o que não mata ( quase matou ) , fortalece!
Tem ditado que diz: "Errar é humano...mas persistir no erro é burrice!"
Por que nós caimos?!
Foi um aprendizado e tanto!
Mas acontece que agora eu não consigo mais confiar nas pessoas...
Não me deixo envolver...nem me apaixonar...
Sabe aquela chama que temos dentro de nós?
Aquela que faz você se apaixonar...ver a vida colorida, rir do mundo e de si mesmo...
Aquela que dá sentindo a tudo?
Apagaram a minha...
Mas como eu sempre digo nada como um dia após o outro...
Eu sei que cansei disso tudo...amém...amém...agora só se for quando acabar minha oração!
Esse mundo é cruel...as pessoas são crueis...
Nunca fui uma pessoa ambiciosa, sempre quis ter o que tudo mundo quer!
Um emprego, uma casa, um carro, viajar...passear...apreciar a vida...sentir ela...
Tem muitas coisas que podem ser feitas sem dinheiro, mas infelizmente há muitas outras que podem ser feitas só se você tiver ele!
Eu sempre me comovo quando vejo cães de rua...é o mesmo que uma lança entrando no meu coração!
Já recolhi alguns deles...cuidei...e depois consegui um lar para eles...
Uma vez achei um gatinho, quando voltava da aula à noite...estava frio, chovendo...
Ele era lindo...preto e branco...usava luvinhas...rs
Fiquei com eles uns 3 meses, mas como já tinha cachorros e mais dois gatos...tive que doa-lo...
Eu queria poder ajudar esses cães, esses gatos...todos o animais que recebem maus tratos...
Mas sem uma renda propria fica dificil...
Aos vinte e poucos anos ainda sou dependente dos meus pais!
Mas isso um dia vai mudar...não a bem que sempre dure, mas também não há mal que nunca se acabe!
05/03/2009
Asteroide passa pela Terra 7 vezes mais perto que a Lua

O asteroide DD45, de entre 30 e 40 metros de diâmetro, passou na segunda-feira passada a 60 mil quilômetros do sudeste do Pacífico, sete vezes mais perto que a Lua, para surpresa dos astrônomos, que não esperavam que o meteorito se aproximasse tanto da Terra, segundo a imprensa australiana."Nenhum objeto desse tamanho ou maior foi observado tão perto da Terra", disse Rob McNaught, cientista do observatório australiano de Siding Spring.
O 2009 DD45 é o asteroide que mais se aproximou da Terra desde 1973, segundo o astrônomo Peter Brown da Universidade de Ontário, no Canadá, e tem tamanho similar ao que arrasou 2 mil quilômetros quadrados de floresta na Sibéria em 1908.McNaught, contratado pela agência espacial americana (Nasa), detectou o 2009 DD45 na sexta-feira à noite e determinou que não atingiria a Terra em sua trajetória "por pouco".Cerca de mil asteroides foram classificados como potencialmente perigosos em sua passagem pela Terra ao longo da história.Segundo McNaught, a probabilidade de que um meteorito de mais de um quilômetro de diâmetro impacte contra a Terra é de uma em cada vários milhões de anos. Já a possibilidade de que um de menor tamanho atinja o planeta, mas com capacidade de pôr em perigo uma cidade inteira, é de "uma em cada 100 anos".
O 2009 DD45 é o asteroide que mais se aproximou da Terra desde 1973, segundo o astrônomo Peter Brown da Universidade de Ontário, no Canadá, e tem tamanho similar ao que arrasou 2 mil quilômetros quadrados de floresta na Sibéria em 1908.McNaught, contratado pela agência espacial americana (Nasa), detectou o 2009 DD45 na sexta-feira à noite e determinou que não atingiria a Terra em sua trajetória "por pouco".Cerca de mil asteroides foram classificados como potencialmente perigosos em sua passagem pela Terra ao longo da história.Segundo McNaught, a probabilidade de que um meteorito de mais de um quilômetro de diâmetro impacte contra a Terra é de uma em cada vários milhões de anos. Já a possibilidade de que um de menor tamanho atinja o planeta, mas com capacidade de pôr em perigo uma cidade inteira, é de "uma em cada 100 anos".
Paradoxos da Viagem no tempo
A história de 1941 de Robert Heinlein "By His Bootstraps" começa com o narrador escrevendo uma tese de filosofia de que a viagem no tempo é impossível porque o tempo, nos termos de Immanuel Kant, é apenas empiricamente real e não existe independentemente entre as próprias coisas. O narrador é então subitamente surpreendido ao encontrar duas versões diferentes de si mesmo chegando do futuro, com advertências contraditórias e promessas sobre o que ele pode fazer. Viajando ao futuro, ele conhece um homem mais velho que repete as promessas, mas de quem ele acaba desconfiando. De volta ao presente, depois de um pouco de confusão, ele obtém alguns materiais e retorna ao futuro para um período significativamente anterior a quando ele se encontrou com o homem mais velho, pretendendo contestar o futuro com ele. Porém, eventualmente descobre-se que ele mesmo é o homem mais velho e o futuro dele está na realidade, pace Immanuel Kant, assegurado. Um paradoxo de viagem no tempo surge em relação a esta história. O narrador realmente se sustenta "by his bootstraps" [por suas próprias alças] -- seus eus presente e futuros todos interagem entre si para produzir os eventos. A natureza paradoxal disto parte do caso de um caderno que foi provido ao narrador pelo homem mais velho no futuro. Cotinha um vocabulário do idioma que era falado pelas pessoas no futuro. O narrador aprende o idioma e, enquanto o livro fica gasto ao longo dos anos, copia seu conteúdo para um caderno que ele pegou no presente. Este caderno, como acontece, é o mesmo que ele, como o homem mais velho, dá então ao seu outro eu. Ele é então a mesma pessoa que tanto aprende o conhecimento do caderno e colocou o conhecimento no caderno para começo de conversa. O vocabulário como uma certa lista de itens organizada de um certo modo foi então compilado por de fato ninguém. O conhecimento existe em um círculo temporal fechado e é em um sentido importante sem causa e sem criação. O próprio narrador nota que há algo estranho sobre isto. Estranho realmente. Um paradoxo bem parecido, permitido pela possibilidade do mesmo tipo de círculo temporal, pode se tornar um reductio ad absurdum para a viagem no tempo. Nós vemos exatamente tal paradoxo no filme de 1980 Em algum lugar do passado, estrelando Christopher Reeve e Jane Seymour. Como um homem jovem, Reeve encontra uma mulher velha que lhe dá um relógio. Depois ele é obcecado com a pintura de uma mulher em um hotel do século 19. Ele decide que precisa conhecer aquela mulher, e ele pensa que é possível por causa da teoria de um professor que ele teve de física. O professor pensa que é possível desejar voltar no tempo, contanto que a pessoa não leve junto nada anacrônico para aquele tempo. Reeve se equipa para o século 19 e de fato tem sucesso em desejar voltar para ele. Ele conhece a mulher no quadro, interpretada por Jane Seymour, e pode ganhar o coração dela, de forma que ela devolve o amor que ele sentia a vendo na pintura desde então. Ele lhe dá o relógio que tinha adquirido muitos anos antes da mulher velha. Então, quando sua felicidade mútua parece segura, Reeve descobre um centavo do século 20 em seu terno, e o anacronismo o leva de volta ao presente. Ele não pode suportar a separação de sua amada, fica sem se alimentar e morre em seu quarto de hotel e, aparentemente, se junta a ela no Além. A mulher velha que lhe deu o relógio na mocidade era, é claro, a personagem de Jane Seymour, que viveu até uma longa velhice para vê-lo novamente. O relógio, portanto, foi obtido por Reeve de Seymour e foi obtido por Seymour de Reeve. Em um círculo temporal fechado, como o conhecimento no caderno na história de Heinlein, o relógio não foi criado. Mas isto é impossível. O relógio é um objeto impossível. Ele viola a Segunda Lei da Termodinâmicas, a Lei da Entropia. Se a viagem no tempo tornar aquele relógio possível, então a viagem no tempo em si é impossível. O relógio deve ser, de fato, absolutamente idêntico a si mesmo nos séculos 19 e 20, já que Reeve o leva instantaneamente com ele do futuro ao passado e o dá a Seymour. Porém, o relógio não pode ser idêntico a si mesmo, já que todos os anos nos quais está na posse de Seymour e então de Reeve ele ficará gasto da maneira normal. Sua entropia aumentará. O relógio levado de volta por Reeve estará mais gasto que o relógio que teria sido adquirido por Seymour. O reductio ad absurdum criado pelo relógio poderia ser consertado de um par de modos. Primeiro, nós poderíamos pensar que a entropia poderia ser revertida pela viagem no tempo, de modo que formas de matéria seriam restabelecidas àquele estado que teriam estado no período predecessor. Mas isto não funciona, já que o próprio Reeve seria restabelecido então ao estado que a matéria dele estava no século 19 o qual, o que quer que fosse, não seria a forma de Christopher Reeve. Segundo, nós poderíamos pensar que a viagem no tempo coloca a pessoa em um universo alternativo. Em algum universo, é fabricado o relógio e comprado da forma comum, e então a Jane Seymour mais velha, por qualquer razão, o dá ao Christopher Reeve jovem. Ele volta no tempo, para um universo alternativo onde Seymour não adquiriu um relógio fabricado, e lhe dá o seu. Então ela o dá depois a ele; e ele volta a um universo diferente onde Seymour não compra um relógio mas adquire um pouco relógio um pouco mais gasto dele. O círculo temporal gera assim uma espiral de universos alternativos. Infelizmente, requereria uma espiral de um número infinito de universos alternativos, à medida que cada relógio em um universo particular é devolvido a um novo universo onde pode existir em seu estado crescentemente gasto. Em algum universo, o relógio se desintegraria enquanto em posse de Seymour ou Reeve e precisaria ser descartado; mas Reeve continuaria voltando ao passado, a menos que o relógio mostrasse ser algum fator causal em sua paixão pelo quadro.. Poderia ser pensado que todo exemplo de viagem no tempo que gera um número infinito de universos alternativos viola a Navalha de Occam, especialmente já que a idéia de que um universo alternativo poderia ser gerado em primeiro lugar tem conseqüências perturbadoras para a metafísica de identidade. Qual o significado se há um número infinito de cada personagem, todo encarando um universo ligeiramente diferente? Simplicidade e bom senso se rebelam contra tais princípios. Mas sem eles, a viagem no tempo, que permitiria o tipo de círculo temporal no qual o relógio paradoxal e impossível de Em algum lugar no passado se torna possível, é em si impossível. A teoria de Kant sobre o tempo pode continuar sem refutação no final das contas.
***
***
Viagem no tempo
Os supercomputadores e a Teoria da Relatividade estão mostrando aos homens que a viagem no tempo já não está muito distante da realidade.
O físico americano Yakir Aharonov projetou uma esfera capaz de se deslocar na quarta dimensão e diz que não se admiraria se alguém achasse meios de construí-la desde já.
Por Flávio Dieguez
Safáris no tempo S.A. Safáris em qualquer época do passado. Escolha o animal. Nós o levamos ele. Você disparaNo início da década do 50, quando a caça esportiva não era ainda alvo de tiroteio ecológico, o americano Ray Bradbury inventou o anúncio acima para servir de abertura para um divertido conto de ficção científica. Eckels, um cidadão comum, compra passagem para uma máquina do tempo na qual retrocederia 60 milhões de anos em busca de um troféu impossível um legítimo Tiranossauro rex, não apenas vivo, mas em plena posse de sua força e ferocidade proverbiais. A expedição é um sucesso exceto por um detalhe insignificante. Contá-lo estragaria o suspense, mas a idéia geral é conhecida: algo dá errado devido à ignorância das leis que regem o fluxo do tempo e suas relações com a matéria, viva ou inerte.
As dúvidas são antigas, a começar pela definição: o que é o tempo? Nenhum cientista moderno se sairia muito melhor que Santo Agostinho, no ano 400 da era cristã: "Se ninguém me pergunta, eu sei; se tento explicá-lo, não sei", esquivou-se o grande pensador da Igreja. Apesar disso, muita coisa mudou, e não é absurdo dizer que desde a década de 50 diversas pessoas passearam pela quarta dimensão. Os astronautas, queiram ou não, foram em certa medida levados ao futuro pelo simples fato de voar em uma nave a cerca de 40 000 quilômetros por hora e em órbitas de 300 quilômetros de altura onde a gravidade é muito menor que na superfície da Terra. Já não há dúvida de que movimento e gravidade alteram o ritmo do tempo e o valor de tais mudanças foi medido com grande precisão.
Um mero avião a 9 quilômetros de altura, ao fim de uma hora de vôo, terá se viajado cerca de 2 bilionésimos de segundo. A bordo, sob gravidade menor, o tempo flui mais depressa do que no solo, o que se constatou pela primeira vez em 1971, sob a supervisão do físico americano Carrol Alley, da Universidade de Maryland.Nas naves orbitais, o ritmo muda de maneira mais sensível: cerca de 1 bilionésimo de segundo a cada segundo. Ou seja, quando o astronauta completar 1 bilhão de segundos no espaço, ele terá se deslocado 1 segundo nos quadrantes do tempo. Se. nesse momento, voltar a superfície, estará 1 segundo mais velho que as pessoas de mesma idade antes do vôo. É claro que, para a escala humana, esses efeitos são desprezíveis. No entanto, quando se pensa em astros de gravidade substancialmente maior que a da Terra já não se podem negligenciar os efeitos. Na superfície do Sol, por exemplo, o ritmo do tempo é bem mais lento: se fosse possível instalar uma colônia humana nesse lugar, seus ocupantes ficariam presos ao passado, em comparação com os amigos e parentes que ficaram na Terra. A diferença de idade, nesse caso, aumentaria um minuto por ano. Numa anã branca estrela que pode ter a massa do Sol, mas concentrada num volume não maior que o da Terra , o fluxo do tempo se retarda em 1 hora por ano. Imagine-se, então, o que aconteceria junto a um buraco negro, os corpos mais densos que podem existir.
Para transformar o Sol em buraco negro seria preciso esmagar sua massa até fazê-la caber em uma esfera de 3,7 quilômetros de raio (em lugar dos 700 000 quilômetros de fato). Isso criaria tamanha concentração gravitacional que a cerca de 50 quilômetros da nova borda do Sol o ritmo do tempo se reduziria à metade. Os especialistas calculam que um astronauta nessa região envelheceria lentamente, o que vale dizer que seus amigos e parentes distantes, vivendo em locais de gravidade mais rarefeita, envelheceriam duas vezes mais depressa. De regresso ao lar, após dez anos, o viajante encontraria a Terra vinte anos no futuro.Vale a pena acompanhar a vida de um astronauta em regiões onde o tempo é mais rarefeito. No livro O Universo de Einstein, do especialista inglês Nigel Calder, há uma viva descrição dessas cenas. A borda do buraco negro, o astronauta vê as estrelas mais azuladas que o normal. As mensagens que ele recebe da Terra estão em freqüência diferente daquela usada na transmissão seria como captar na televisão mensagens de rádio AM. E não apenas isso: as palavras das mensagens seriam ouvidas em alta velocidade. O astronauta teria de gravá-las e depois reproduzi-las em rotação lenta para poder entendê-las.
O motivo disso é a lentidão do tempo próximo ao buraco negro. Na Terra, as palavras são pronunciadas em cadência normal, por exemplo, ao ritmo de uma por segundo: para o astronauta, porém, um segundo demora a passar, e ao fim desse tempo ele ouve diversas palavras. O mesmo se pode dizer do rádio, cujas ondas oscilam na Terra com uma freqüência padrão de 1 milhão de vezes por segundo(1 000 kHz). Um número muito maior de ciclos é captado durante o lento segundo à borda do buraco negro. A cor das estrelas, enfim, também se altera porque a freqüência das ondas de luz aumenta aos olhos do astronauta.Há cinqüenta anos, era dificílimo fazer cálculos desse tipo devido à complexidade da Teoria da Relatividade Geral, criada por Einstein em 1915. Só com grandes computadores foi possível manipular as equações e obter resultados númericos precisos. Daí em diante, inúmeras equipes científicas passaram a se dedicar à pesquisa do tempo e vêm se multiplicando as propostas de se construírem verdadeiras máquinas de transporte pela quarta dimensão. Um dos projetos mais recentes foi elaborado pelo físico americano Yakir Aharonov, da Universidade da Califórnia, Berkeley. Ele tem na gaveta o desenho de uma estranha esfera maciça, capaz de se expandir ou encolher muito velozmente.A idéia é provocar mudanças rápidas na densidade de matéria no interior da esfera, e assim alterar continuamente o ritmo do tempo. O incrível resultado é uma espécie de liqüidificador temporal: em última instância, não se saberia exatamente em que tempo um ocupante da máquina estaria. Imagina-se que há uma pequena probabilidade de o viajante passar por qualquer momento do passado ou do futuro. Convenientemente desligado, o aparelho pousaria numa época diferente da de partida. Ninguém sabe dizer se a coisa funciona, mas a pesquisa teórica é importante por si só afinal, todo o conhecimento científico nasceu de idéias, muitas delas impossíveis de realizar, a princípio.
Aharonov declarou à revista americana Discover que a chance de se dar um salto interessante em sua máquina é extremamente pequena. Mas argumenta que conseguiu elaborar uma teoria clara e coerente, que pode ser melhorada, daqui para a frente. Quanto à efetiva construção de seu aparelho, Aharonov é otimista. "Eu não vejo como se poderia proceder, mas não acho improvável que alguém pense num meio de construir uma versão simplificada do aparelho." Em lugar de humanos, os primeiros passageiros seriam partículas subatômicas instáveis, como os múons, parentes pesados dos elétrons. Há alguns anos, múons que duram milionésimos de segundo antes de se, desintegrar foram acelerados por ondas de rádio a 99,9% da velocidade da luz e prolongaram a vida em mais de trinta vezes.
Uma experiência dessas na máquina de Aharowv pode revelar fatos novos sobre as partículas. Outro respeitado pioneiro das pesquisas sobre a quarta dimensão é Richard Gott, americano como Aharonov, mas da Universidade de Princeton. Em vez de construir um aparelho, diz ele, o homem deve procurar portas do tempo nas regiões naturalmente propícias do espaço. Seu alvo, no entanto, não são os buracos negros, e sim as chamadas cordas cósmicas. São filamentos de energia pura estirados pelo espaço como um resíduo do Big Bang, a grande explosão que deu origem ao Universo. De acordo com algumas correntes teóricas, elas seriam muito longas e finas, mas enfeixariam inimaginável quantidade de energia um pedaço de 2 centímetros pesaria em torno de 40 bilhões de toneladas.Gott é craque em arrancar conclusões lógicas dessas especulações. Uma delas de requer dois filamentos cósmicos movendo-se velozmente um em direção ao outro, e um foguete capaz de girar à volta da dupla. Ao fim de uma órbita, o foguete retorna ao ponto de partida algum tempo antes do início do vôo. Muitos físicos se recusam a aceitar os cálculos de Gott porque ele não sabe realmente resolver, passo a passo, as impenetráveis equações relativísticas. Mas é possível achar atalhos no labirinto matemático com ajuda de grandes computadores, e Gott tem grande confiança na solução que encontrou. Se as cordas cósmicas existem e se movem como imaginado, um foguete poderia voar pela quarta dimensão, assegura ele.
Os contestadores apesar disso, têm seus motivos para desconfiar dos dois cientistas, já que tanto Aharonov como Gott exploram as mais distantes fronteiras do conhecimento. O segundo, além dos atalhos matemáticos lida com uma hipótese no mínimo discutível: as próprias cordas cósmicas, cuja existência é aceita por uma parte, apenas, das correntes teóricas. Aharonov, por sua vez, cometeu a ousadia de somar à relatividade einsteniana a outra grande teoria deste século, a Mecânica quântica. São as leis quânticas, na verdade, que Ihe sugeriram o efeito de liqüidificador, gerando a mistura caótica de épocas dentro de uma esfera pulsante.Seja como for, pode não estar longe o dia em que velhas dúvidas serão submetidas a investigações criteriosas em vez de simplesmente alimentar enredos de filmes e romances. Voltar ao passado altera o presente? Se sim, como fazer para realizar tal viagem sem conseqüências indesejáveis? O próprio Gott vislumbra um desdobramento terrível de seus cálculos: ele diz que se um homem voltar ao passado, encontrará a si mesmo um pouco mais jovem. E cada vez que alguém fizer tal viagem encontrará outro dos seus eus espalhados pelo tempo. A Teoria da Relatividade, por si só, não dá margem a enigmas dessa ordem, pois em termos clássicos ninguém pode ser transportado ao passado.
Não importa se um astronauta passeia em alta velocidade ou visita objetos densos: na volta, ele estará mais jovem, comparado às pessoas que ficaram em casa. Portanto. pode-se falar que o viajante retornou ao futuro dos seus familiares. Mas não faz sentido dizer que o reencontro se deu no passado do astronauta já que, para ele, o tempo também passou no sentido único tradicional, sempre ramo ao futuro. Talvez por isso um dos teóricos mais badalados da atualidade, o inglês Stephen Hawking, ironize as viagens no tempo. "Se elas existissem, os cientistas do futuro já as teriam descoberto e nossa época estaria cheia de turistas do tempo." A pesquisa científica se encarregara de dizer quem está certo e quem está errado. A grande novidade é justamente a confiança cada vez maior de que as respostas estão ao alcance da mente humana, a despeito dos seus limites.
Para saber mais:
Túnel do tempo
(SUPER número 9, ano 10)
O físico americano Yakir Aharonov projetou uma esfera capaz de se deslocar na quarta dimensão e diz que não se admiraria se alguém achasse meios de construí-la desde já.
Por Flávio Dieguez
Safáris no tempo S.A. Safáris em qualquer época do passado. Escolha o animal. Nós o levamos ele. Você disparaNo início da década do 50, quando a caça esportiva não era ainda alvo de tiroteio ecológico, o americano Ray Bradbury inventou o anúncio acima para servir de abertura para um divertido conto de ficção científica. Eckels, um cidadão comum, compra passagem para uma máquina do tempo na qual retrocederia 60 milhões de anos em busca de um troféu impossível um legítimo Tiranossauro rex, não apenas vivo, mas em plena posse de sua força e ferocidade proverbiais. A expedição é um sucesso exceto por um detalhe insignificante. Contá-lo estragaria o suspense, mas a idéia geral é conhecida: algo dá errado devido à ignorância das leis que regem o fluxo do tempo e suas relações com a matéria, viva ou inerte.
As dúvidas são antigas, a começar pela definição: o que é o tempo? Nenhum cientista moderno se sairia muito melhor que Santo Agostinho, no ano 400 da era cristã: "Se ninguém me pergunta, eu sei; se tento explicá-lo, não sei", esquivou-se o grande pensador da Igreja. Apesar disso, muita coisa mudou, e não é absurdo dizer que desde a década de 50 diversas pessoas passearam pela quarta dimensão. Os astronautas, queiram ou não, foram em certa medida levados ao futuro pelo simples fato de voar em uma nave a cerca de 40 000 quilômetros por hora e em órbitas de 300 quilômetros de altura onde a gravidade é muito menor que na superfície da Terra. Já não há dúvida de que movimento e gravidade alteram o ritmo do tempo e o valor de tais mudanças foi medido com grande precisão.
Um mero avião a 9 quilômetros de altura, ao fim de uma hora de vôo, terá se viajado cerca de 2 bilionésimos de segundo. A bordo, sob gravidade menor, o tempo flui mais depressa do que no solo, o que se constatou pela primeira vez em 1971, sob a supervisão do físico americano Carrol Alley, da Universidade de Maryland.Nas naves orbitais, o ritmo muda de maneira mais sensível: cerca de 1 bilionésimo de segundo a cada segundo. Ou seja, quando o astronauta completar 1 bilhão de segundos no espaço, ele terá se deslocado 1 segundo nos quadrantes do tempo. Se. nesse momento, voltar a superfície, estará 1 segundo mais velho que as pessoas de mesma idade antes do vôo. É claro que, para a escala humana, esses efeitos são desprezíveis. No entanto, quando se pensa em astros de gravidade substancialmente maior que a da Terra já não se podem negligenciar os efeitos. Na superfície do Sol, por exemplo, o ritmo do tempo é bem mais lento: se fosse possível instalar uma colônia humana nesse lugar, seus ocupantes ficariam presos ao passado, em comparação com os amigos e parentes que ficaram na Terra. A diferença de idade, nesse caso, aumentaria um minuto por ano. Numa anã branca estrela que pode ter a massa do Sol, mas concentrada num volume não maior que o da Terra , o fluxo do tempo se retarda em 1 hora por ano. Imagine-se, então, o que aconteceria junto a um buraco negro, os corpos mais densos que podem existir.
Para transformar o Sol em buraco negro seria preciso esmagar sua massa até fazê-la caber em uma esfera de 3,7 quilômetros de raio (em lugar dos 700 000 quilômetros de fato). Isso criaria tamanha concentração gravitacional que a cerca de 50 quilômetros da nova borda do Sol o ritmo do tempo se reduziria à metade. Os especialistas calculam que um astronauta nessa região envelheceria lentamente, o que vale dizer que seus amigos e parentes distantes, vivendo em locais de gravidade mais rarefeita, envelheceriam duas vezes mais depressa. De regresso ao lar, após dez anos, o viajante encontraria a Terra vinte anos no futuro.Vale a pena acompanhar a vida de um astronauta em regiões onde o tempo é mais rarefeito. No livro O Universo de Einstein, do especialista inglês Nigel Calder, há uma viva descrição dessas cenas. A borda do buraco negro, o astronauta vê as estrelas mais azuladas que o normal. As mensagens que ele recebe da Terra estão em freqüência diferente daquela usada na transmissão seria como captar na televisão mensagens de rádio AM. E não apenas isso: as palavras das mensagens seriam ouvidas em alta velocidade. O astronauta teria de gravá-las e depois reproduzi-las em rotação lenta para poder entendê-las.
O motivo disso é a lentidão do tempo próximo ao buraco negro. Na Terra, as palavras são pronunciadas em cadência normal, por exemplo, ao ritmo de uma por segundo: para o astronauta, porém, um segundo demora a passar, e ao fim desse tempo ele ouve diversas palavras. O mesmo se pode dizer do rádio, cujas ondas oscilam na Terra com uma freqüência padrão de 1 milhão de vezes por segundo(1 000 kHz). Um número muito maior de ciclos é captado durante o lento segundo à borda do buraco negro. A cor das estrelas, enfim, também se altera porque a freqüência das ondas de luz aumenta aos olhos do astronauta.Há cinqüenta anos, era dificílimo fazer cálculos desse tipo devido à complexidade da Teoria da Relatividade Geral, criada por Einstein em 1915. Só com grandes computadores foi possível manipular as equações e obter resultados númericos precisos. Daí em diante, inúmeras equipes científicas passaram a se dedicar à pesquisa do tempo e vêm se multiplicando as propostas de se construírem verdadeiras máquinas de transporte pela quarta dimensão. Um dos projetos mais recentes foi elaborado pelo físico americano Yakir Aharonov, da Universidade da Califórnia, Berkeley. Ele tem na gaveta o desenho de uma estranha esfera maciça, capaz de se expandir ou encolher muito velozmente.A idéia é provocar mudanças rápidas na densidade de matéria no interior da esfera, e assim alterar continuamente o ritmo do tempo. O incrível resultado é uma espécie de liqüidificador temporal: em última instância, não se saberia exatamente em que tempo um ocupante da máquina estaria. Imagina-se que há uma pequena probabilidade de o viajante passar por qualquer momento do passado ou do futuro. Convenientemente desligado, o aparelho pousaria numa época diferente da de partida. Ninguém sabe dizer se a coisa funciona, mas a pesquisa teórica é importante por si só afinal, todo o conhecimento científico nasceu de idéias, muitas delas impossíveis de realizar, a princípio.
Aharonov declarou à revista americana Discover que a chance de se dar um salto interessante em sua máquina é extremamente pequena. Mas argumenta que conseguiu elaborar uma teoria clara e coerente, que pode ser melhorada, daqui para a frente. Quanto à efetiva construção de seu aparelho, Aharonov é otimista. "Eu não vejo como se poderia proceder, mas não acho improvável que alguém pense num meio de construir uma versão simplificada do aparelho." Em lugar de humanos, os primeiros passageiros seriam partículas subatômicas instáveis, como os múons, parentes pesados dos elétrons. Há alguns anos, múons que duram milionésimos de segundo antes de se, desintegrar foram acelerados por ondas de rádio a 99,9% da velocidade da luz e prolongaram a vida em mais de trinta vezes.
Uma experiência dessas na máquina de Aharowv pode revelar fatos novos sobre as partículas. Outro respeitado pioneiro das pesquisas sobre a quarta dimensão é Richard Gott, americano como Aharonov, mas da Universidade de Princeton. Em vez de construir um aparelho, diz ele, o homem deve procurar portas do tempo nas regiões naturalmente propícias do espaço. Seu alvo, no entanto, não são os buracos negros, e sim as chamadas cordas cósmicas. São filamentos de energia pura estirados pelo espaço como um resíduo do Big Bang, a grande explosão que deu origem ao Universo. De acordo com algumas correntes teóricas, elas seriam muito longas e finas, mas enfeixariam inimaginável quantidade de energia um pedaço de 2 centímetros pesaria em torno de 40 bilhões de toneladas.Gott é craque em arrancar conclusões lógicas dessas especulações. Uma delas de requer dois filamentos cósmicos movendo-se velozmente um em direção ao outro, e um foguete capaz de girar à volta da dupla. Ao fim de uma órbita, o foguete retorna ao ponto de partida algum tempo antes do início do vôo. Muitos físicos se recusam a aceitar os cálculos de Gott porque ele não sabe realmente resolver, passo a passo, as impenetráveis equações relativísticas. Mas é possível achar atalhos no labirinto matemático com ajuda de grandes computadores, e Gott tem grande confiança na solução que encontrou. Se as cordas cósmicas existem e se movem como imaginado, um foguete poderia voar pela quarta dimensão, assegura ele.
Os contestadores apesar disso, têm seus motivos para desconfiar dos dois cientistas, já que tanto Aharonov como Gott exploram as mais distantes fronteiras do conhecimento. O segundo, além dos atalhos matemáticos lida com uma hipótese no mínimo discutível: as próprias cordas cósmicas, cuja existência é aceita por uma parte, apenas, das correntes teóricas. Aharonov, por sua vez, cometeu a ousadia de somar à relatividade einsteniana a outra grande teoria deste século, a Mecânica quântica. São as leis quânticas, na verdade, que Ihe sugeriram o efeito de liqüidificador, gerando a mistura caótica de épocas dentro de uma esfera pulsante.Seja como for, pode não estar longe o dia em que velhas dúvidas serão submetidas a investigações criteriosas em vez de simplesmente alimentar enredos de filmes e romances. Voltar ao passado altera o presente? Se sim, como fazer para realizar tal viagem sem conseqüências indesejáveis? O próprio Gott vislumbra um desdobramento terrível de seus cálculos: ele diz que se um homem voltar ao passado, encontrará a si mesmo um pouco mais jovem. E cada vez que alguém fizer tal viagem encontrará outro dos seus eus espalhados pelo tempo. A Teoria da Relatividade, por si só, não dá margem a enigmas dessa ordem, pois em termos clássicos ninguém pode ser transportado ao passado.
Não importa se um astronauta passeia em alta velocidade ou visita objetos densos: na volta, ele estará mais jovem, comparado às pessoas que ficaram em casa. Portanto. pode-se falar que o viajante retornou ao futuro dos seus familiares. Mas não faz sentido dizer que o reencontro se deu no passado do astronauta já que, para ele, o tempo também passou no sentido único tradicional, sempre ramo ao futuro. Talvez por isso um dos teóricos mais badalados da atualidade, o inglês Stephen Hawking, ironize as viagens no tempo. "Se elas existissem, os cientistas do futuro já as teriam descoberto e nossa época estaria cheia de turistas do tempo." A pesquisa científica se encarregara de dizer quem está certo e quem está errado. A grande novidade é justamente a confiança cada vez maior de que as respostas estão ao alcance da mente humana, a despeito dos seus limites.
Para saber mais:
Túnel do tempo
(SUPER número 9, ano 10)
03/03/2009
Nostradamus

Michel de Nostredame ou Miquèl de Nostradama [1], mais conhecido sob o nome de Nostradamus, (14 de dezembro de 1503 ou 21 de dezembro de 1503[2] –-2 de julho de 1566) Foi um apotecário e pretenso médico da Renascença que praticava a astrologia e a alquimia (como muitos dos médicos do século XVI). Ficou famoso por sua suposta capacidade de vidência. Escreveu um livro de centúrias, versos codificados que seriam previsões do futuro.
Nasceu em 14 de dezembro de 1503 em Saint-Rémy-de-Provence.
Sofria de Epilepsia psíquica, de gota e de insuficiência cardíaca. Morreu em 2 de julho de 1566 em Salon-de-Provence, vítima de um edema cárdio-pulmonar.
Nasceu em 14 de dezembro de 1503 em Saint-Rémy-de-Provence.
Sofria de Epilepsia psíquica, de gota e de insuficiência cardíaca. Morreu em 2 de julho de 1566 em Salon-de-Provence, vítima de um edema cárdio-pulmonar.
Origens
Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Filho mais velho do casal ( eram 8 filhos ), seu Nostredame vem de seu bisavô ([judeu]), que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo.
Biografia
As Profecias de Nostradamus encontram-se ligadas à história do catolicismo, e, em prefácios ele aponta esta preocupação claramente. Foi considerado como homem erudito, além de seu tempo e aliava-se ao fato de conhecer o latim e talvez o grego , que o possibilitava a obter conhecimentos de fontes importantes. Sua grande erudição, conhecimentos de astrologia e astronomia, aliados a intuição o permitiam um raciocínio bastante acurado a respeito do futuro. De qualquer forma, gerou um impacto em milhões de pessoas, que vem se pondo em contato com seus escritos nesses quase quinhentos anos.
Teve contatos com três reis da França ([Henrique II de FrançaRei Henrique II]] , Francisco II de FrançaRei Francisco II ]] e Carlos IX de FrançaRei Carlos IX ]]), graças à rainha Catarina de Médicis, esposa do primeiro e mãe dos seguintes.
Há indícios que tenha estudado Medicina, mas provas apontam na direção que não se tenha formado, por ter sido expulso da escola de Montepellier, mas de qualquer maneira dedicou muito do seu tempo ao estudo da Astrologia, Alquimia, Literatura e talvez Teologia. Há rumores que, muito jovem, depois de aprender latim, grego e hebraico, viajou por diversas cidades da França, permanecendo durante anos em Bordeaux,Agen e Avignhon , onde dizem que combateu epidemias de peste em condições pouco conhecidas. No entanto, sua ligação com a endemia pode ser inferida por um livro sobre a doença que escreveu mais tarde, mas essa mesma peste, dizem, condenou-o a ficar sem família. Na sua trajetória consta uma viagem para Itália.
Em seus versos, pode-se ver citações de autores como Plutarco, Platão e Jamblico, dentre os filósofos gregos. Muitas destas informações foram coletadas pelo grupo "Nostradamus Research Group" abreviadamente NRG que, tendo a maioria de seus membros na Europa, pode pesquisar "in loco". Esse grupo pode aclarar muitas lendas e folclores que cercam a personalidade de Nostradamus. Além de serem várias pessoas, acaba por existir uma certa diretriz para citar apenas o que for verdadeiro, deixando bem claro onde são suposições e ditos sem maiores provas.
Nostradamus: Retrato original de seu filho César.
Casou numa pequena cidade, com uma viúva de nome Anna Gemella, de quem teve seis filhos. Passou a residir permanentemente em Salon de Provence. Foi nessa altura que começou a escrever suas "Centúrias" e quando já tinha boa fama por publicar anualmente almanaques, o que fez por mais de dez anos. Estes, por sua vez , tinham muito de astrologia e as previsões para os próximos tempos escritas, em geral, de forma corrente. Havia sempre alguns versos que, muito mais tarde, selecionaram dos almanaques e imprimiram como livro avulso. Não foi Nostradamus que fez isso, mas certamente pessoas interessadas em fazer dinheiro que não se importaram em mutilar o escrito do sábio. Escreveu também um livro de receitas, principalmente de cosméticos. São atribuídas a ele algumas traduções. Também dentro das pesquisas do grupo NRG encontram-se a grande influência do livro de profecias Mirabilis Liber que tinha grande curso na Europa medieval e de seu amigo François Rabelais que se tornou um famoso escritor.
Num curto espaço de tempo, suas profecias tornaram-se conhecidas, com supostos acertos que encontravam relação com certos acontecimentos. Na verdade, encaixavam-se nos escritos, talvez por estes serem por demais sinóticos e obscuros, além do fato de se poder manobrar com um francês escrito em 1555.
O Rei Henrique II convidou-o a fazer uma viagem até Paris 1556 cidade que ficava distante um mês em viagem por carruagem da Provença (Salon), onde ele residia. Ele pôde conhecer seus filhos: Francisco II e Carlos IX, que se tornaram reis, mas viveram pouco e governaram sob a regência de sua mãe Catarina, com a morte do rei, três anos depois (considerada por alguns como prevista na Centúria I-35, mas o próprio Nostradamus não confirmou isso quando do falecimento do rei). De qualquer forma, essa quadra trouxe muita fama ao vidente. Estes acontecimentos que são sempre encontrados depois do fato ocorrido são denominados encaixes pelo NRG.
A estrela de Nostradamus brilhou posteriormente com maior intensidade. Sua fama de adivinho prosseguiu, ultrapassando as fronteiras de seu país natal. Dizem que, de todos os cantos da Europa chegavam celebridades que o procuravam para conhecer o futuro, ou simplesmente, para conhecê-lo pessoalmente. A saúde dele começa a ser abalada, não acompanhando sua fama. Seus livros são editados na Itália e na Alemanha. Por conta da sua fama, muitos livros apareceram com quadras adicionais as suas centúrias, e que não podem ser com certeza atribuídos a Nostradamus. Nessa linha de adições são famosas as edições de "Seve" de 1605 e de "Troyes" de 1611. Há pouco tempo atrás, foram encontradas declarações de um pesquisador já falecido, Daniel Ruzo, de que tais edições são falsas e foram produzidas em 1649. Os argumentos dele são muito eloqüentes. As edições posteriores a esta são seguramente falsificações e na Biblioteca de Paris há mais de duzentas obras que querem ter o mérito de terem sido produzidas por Nostradamus, mas são apenas falsificações.
Sofrendo de gota e artrite, piorou em meados de 1566, vindo a falecer no dia 2 de Julho de 1566.Seus restos mortais sepultados em outro local inicialmente, foram trasladados para uma outra igreja em Salon (a Igreja de São Lourenço), onde permanecem até hoje.
As Profecias de Nostradamus encontram-se ligadas à história do catolicismo, e, em prefácios ele aponta esta preocupação claramente. Foi considerado como homem erudito, além de seu tempo e aliava-se ao fato de conhecer o latim e talvez o grego , que o possibilitava a obter conhecimentos de fontes importantes. Sua grande erudição, conhecimentos de astrologia e astronomia, aliados a intuição o permitiam um raciocínio bastante acurado a respeito do futuro. De qualquer forma, gerou um impacto em milhões de pessoas, que vem se pondo em contato com seus escritos nesses quase quinhentos anos.
Teve contatos com três reis da França ([Henrique II de FrançaRei Henrique II]] , Francisco II de FrançaRei Francisco II ]] e Carlos IX de FrançaRei Carlos IX ]]), graças à rainha Catarina de Médicis, esposa do primeiro e mãe dos seguintes.
Há indícios que tenha estudado Medicina, mas provas apontam na direção que não se tenha formado, por ter sido expulso da escola de Montepellier, mas de qualquer maneira dedicou muito do seu tempo ao estudo da Astrologia, Alquimia, Literatura e talvez Teologia. Há rumores que, muito jovem, depois de aprender latim, grego e hebraico, viajou por diversas cidades da França, permanecendo durante anos em Bordeaux,Agen e Avignhon , onde dizem que combateu epidemias de peste em condições pouco conhecidas. No entanto, sua ligação com a endemia pode ser inferida por um livro sobre a doença que escreveu mais tarde, mas essa mesma peste, dizem, condenou-o a ficar sem família. Na sua trajetória consta uma viagem para Itália.
Em seus versos, pode-se ver citações de autores como Plutarco, Platão e Jamblico, dentre os filósofos gregos. Muitas destas informações foram coletadas pelo grupo "Nostradamus Research Group" abreviadamente NRG que, tendo a maioria de seus membros na Europa, pode pesquisar "in loco". Esse grupo pode aclarar muitas lendas e folclores que cercam a personalidade de Nostradamus. Além de serem várias pessoas, acaba por existir uma certa diretriz para citar apenas o que for verdadeiro, deixando bem claro onde são suposições e ditos sem maiores provas.
Nostradamus: Retrato original de seu filho César.
Casou numa pequena cidade, com uma viúva de nome Anna Gemella, de quem teve seis filhos. Passou a residir permanentemente em Salon de Provence. Foi nessa altura que começou a escrever suas "Centúrias" e quando já tinha boa fama por publicar anualmente almanaques, o que fez por mais de dez anos. Estes, por sua vez , tinham muito de astrologia e as previsões para os próximos tempos escritas, em geral, de forma corrente. Havia sempre alguns versos que, muito mais tarde, selecionaram dos almanaques e imprimiram como livro avulso. Não foi Nostradamus que fez isso, mas certamente pessoas interessadas em fazer dinheiro que não se importaram em mutilar o escrito do sábio. Escreveu também um livro de receitas, principalmente de cosméticos. São atribuídas a ele algumas traduções. Também dentro das pesquisas do grupo NRG encontram-se a grande influência do livro de profecias Mirabilis Liber que tinha grande curso na Europa medieval e de seu amigo François Rabelais que se tornou um famoso escritor.
Num curto espaço de tempo, suas profecias tornaram-se conhecidas, com supostos acertos que encontravam relação com certos acontecimentos. Na verdade, encaixavam-se nos escritos, talvez por estes serem por demais sinóticos e obscuros, além do fato de se poder manobrar com um francês escrito em 1555.
O Rei Henrique II convidou-o a fazer uma viagem até Paris 1556 cidade que ficava distante um mês em viagem por carruagem da Provença (Salon), onde ele residia. Ele pôde conhecer seus filhos: Francisco II e Carlos IX, que se tornaram reis, mas viveram pouco e governaram sob a regência de sua mãe Catarina, com a morte do rei, três anos depois (considerada por alguns como prevista na Centúria I-35, mas o próprio Nostradamus não confirmou isso quando do falecimento do rei). De qualquer forma, essa quadra trouxe muita fama ao vidente. Estes acontecimentos que são sempre encontrados depois do fato ocorrido são denominados encaixes pelo NRG.
A estrela de Nostradamus brilhou posteriormente com maior intensidade. Sua fama de adivinho prosseguiu, ultrapassando as fronteiras de seu país natal. Dizem que, de todos os cantos da Europa chegavam celebridades que o procuravam para conhecer o futuro, ou simplesmente, para conhecê-lo pessoalmente. A saúde dele começa a ser abalada, não acompanhando sua fama. Seus livros são editados na Itália e na Alemanha. Por conta da sua fama, muitos livros apareceram com quadras adicionais as suas centúrias, e que não podem ser com certeza atribuídos a Nostradamus. Nessa linha de adições são famosas as edições de "Seve" de 1605 e de "Troyes" de 1611. Há pouco tempo atrás, foram encontradas declarações de um pesquisador já falecido, Daniel Ruzo, de que tais edições são falsas e foram produzidas em 1649. Os argumentos dele são muito eloqüentes. As edições posteriores a esta são seguramente falsificações e na Biblioteca de Paris há mais de duzentas obras que querem ter o mérito de terem sido produzidas por Nostradamus, mas são apenas falsificações.
Sofrendo de gota e artrite, piorou em meados de 1566, vindo a falecer no dia 2 de Julho de 1566.Seus restos mortais sepultados em outro local inicialmente, foram trasladados para uma outra igreja em Salon (a Igreja de São Lourenço), onde permanecem até hoje.
Profecias
Suas profecias compõem-se de quadras em versos métricos decassílabos, reunidas em grupos de cem, dai o nome de centúrias. Foram publicadas em várias ocasiões; uma pequena parte em 1555, outra em 1557, sendo que das três últimas centúrias conhecemos apenas edições póstumas. Devido à fama que Nostradamus veio obtendo ao longo do tempo, muitos charlatões tentaram falsificar quadras e versos para fazer dinheiro. Na biblioteca de Paris, existem alguns livros escritos entre 1600 e 1900 que usam descaradamente seu nome. O grupo NRG só reconhece como originais estas citadas. Infelizmente, o dinheiro foi o rumo que procuraram muitas obras que falam do sábio e de sua obra, sem se importarem realmente em descobrir quem era Nostradamus e o que desejava de fato.
Durante cerca de dez anos, ele publicou um almanaque anual, com fatos astrológicos, informações variadas e milhares de presságios. Alguns presságios escritos em versos - mais precisamente cento e quarenta e um - foram estudados em separado por serem muito similares às quadras das Profecias, mas eles são em muito pequeno número em relação ao todo. Exegetas que estudaram esta parte de seu trabalho afirmam que se tratavam de acontecimentos na sua época ou próximos, e, portanto, de pouco valor para a época presente.
Segundo os entusiastas, Nostradamus teria previsto, entre outras coisas, a queda da União Soviética na quadra em que diz: "Um dia serão amigos os dois grandes chefes...". No entanto, os céticos apontam que essas "previsões" só são interpretadas corretamente depois dos fatos, nunca antes.
Astrologicamente, pode-se ver que algumas quadras previam conjunções de planetas em datas futuras e respondem bem aos fatos que aconteceram naquelas datas.
Pesquisadores de universidades muito conhecidas como Ottawa, Cambridge e Sorbonne desenvolveram uma teoria em que as quadras de Nostradamus se baseavam num fato histórico anterior à sua obra e inspiravam as quadras "futuras". O grupo NRG, pesquisando com seriedade, já detectou mais de cem destes fatos que passaram a ser chamado de ponto de partida, e a previsão baseada em livros em geral de história na sua época de bibliomancia. Algumas citações de Plutarco, um historiador grego, são literais, outras, do historiador romano Suetonio, outras do Mirabilis Liber, etc.
Devemos lembrar que entre a morte de Nostradamus em 1566 e 1650 apareceram muitos livros,principalmente porque redia dinheiro, arvorando-se produzidos por Nostradamus, de modo que há entre eles duas versões para o prefácio apresentado na primeira edição , denominado "Carta a César" e espantosas sete versões para o prefácio final denominado "Carta ao Rei Henrique II". Há versões além dessas que falamos sabidamente falsas, outras evidências em que as edições apresentadas como verdadeiras, podem ser antedatadas. Há também importantes livros da época que se contrapunham a Nostradamus os quais permitem inferir que haviam outras edições que não sobreexistiram e afirmam coisas de tal forma que um grupo de exegetas franceses que por ser sua língua natal, foram os que leram mais dessas edições e congêneres como as "Profecioas de Pavillon" e outros para sustentarem a tese de que Nostradamus não era uma pessoa real, mas apenas um personagem.
Durante cerca de dez anos, ele publicou um almanaque anual, com fatos astrológicos, informações variadas e milhares de presságios. Alguns presságios escritos em versos - mais precisamente cento e quarenta e um - foram estudados em separado por serem muito similares às quadras das Profecias, mas eles são em muito pequeno número em relação ao todo. Exegetas que estudaram esta parte de seu trabalho afirmam que se tratavam de acontecimentos na sua época ou próximos, e, portanto, de pouco valor para a época presente.
Segundo os entusiastas, Nostradamus teria previsto, entre outras coisas, a queda da União Soviética na quadra em que diz: "Um dia serão amigos os dois grandes chefes...". No entanto, os céticos apontam que essas "previsões" só são interpretadas corretamente depois dos fatos, nunca antes.
Astrologicamente, pode-se ver que algumas quadras previam conjunções de planetas em datas futuras e respondem bem aos fatos que aconteceram naquelas datas.
Pesquisadores de universidades muito conhecidas como Ottawa, Cambridge e Sorbonne desenvolveram uma teoria em que as quadras de Nostradamus se baseavam num fato histórico anterior à sua obra e inspiravam as quadras "futuras". O grupo NRG, pesquisando com seriedade, já detectou mais de cem destes fatos que passaram a ser chamado de ponto de partida, e a previsão baseada em livros em geral de história na sua época de bibliomancia. Algumas citações de Plutarco, um historiador grego, são literais, outras, do historiador romano Suetonio, outras do Mirabilis Liber, etc.
Devemos lembrar que entre a morte de Nostradamus em 1566 e 1650 apareceram muitos livros,principalmente porque redia dinheiro, arvorando-se produzidos por Nostradamus, de modo que há entre eles duas versões para o prefácio apresentado na primeira edição , denominado "Carta a César" e espantosas sete versões para o prefácio final denominado "Carta ao Rei Henrique II". Há versões além dessas que falamos sabidamente falsas, outras evidências em que as edições apresentadas como verdadeiras, podem ser antedatadas. Há também importantes livros da época que se contrapunham a Nostradamus os quais permitem inferir que haviam outras edições que não sobreexistiram e afirmam coisas de tal forma que um grupo de exegetas franceses que por ser sua língua natal, foram os que leram mais dessas edições e congêneres como as "Profecioas de Pavillon" e outros para sustentarem a tese de que Nostradamus não era uma pessoa real, mas apenas um personagem.

