10/04/2009

Excepção feita na via de Alberto que, no início se sublima o Sujeito para obter o Azoth e depois de se preparar a Água Terceira e Quarta se passa ao amálgama, tal como na via de Filaleto ou Flamel.
A via de Artephius é um pouco mais complicada, mas baseia-se também no Régulo Marcial e na sublimação do mercúrio para conseguir o dissolvente. Existem algumas variantes desta via onde o Enxofre do metal nobre pode ser substituído por outro inclusivamente pelo da via seca.
Não sabemos exatamente o tempo de duração destas vias mas Filaleto descreve detalhadamente na Entrada Aberta ao Palácio Fechado do Rei.
Via Breve
Nesta via englobam-se também os "particulares" quer dizer, vias não verdadeiramente alquímicas.
Tanto quanto sabemos, o nosso Mestre trabalhou na via Breve, e vimos algumas fotografias espetaculares do plasma emitido pela matéria em fusão no cadinho a altas temperaturas.
Se a via seca não é acessível a todos, a Breve é só para os especialistas, e é necessário ter condições especiais para a fazer.
Quanto aos "particulares" existem muitos inclusivamente a subfusão descrita em Traicté du Feu et du Sel de Blaise Vigerene e outros como podereis ver na Web de Albert Cau e não só.
Procure os verdadeiros livros clássicos dos grandes Mestres e não deves deter em traduções dúbias que só servirão para vos confundir.
Já o dissemos e repetimos. Os Fulcanelli (Lubicz, Dujols, Champagne e Canseliet) são bons e recomendamo-los para conhecer bibliografia, filosofia alquímica, simbologia e parte do modus operandi da via seca, mas não são fáceis de entender principalmente pelos principiantes.
A maioria é por aí que começa e por lá ficam anos, entrando num beco sem saída, como a nós nos aconteceu e também a outros irmãos.


Rubellus Petrinus

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